De­fen­so­ria Pú­bli­ca pe­de in­de­ni­za­ção pa­ra vítimas da tra­gé­dia

Correio da Bahia - - Mais -

Após o aci­den­te, o ser­vi­ço de tra­ves­si­as foi in­ter­rom­pi­do, mas re­to­mou as ati­vi­da­des cin­co di­as de­pois. O Mi­nis­té­rio Pú­bli­co Es­ta­du­al (MP-BA) pe­diu que a tra­ves­sia en­tre os dois mu­ni­cí­pi­os fos­se sus­pen­sa até que a se­gu­ran­ça e a efi­ci­ên­cia do ser­vi­ço fos­sem ga­ran­ti­das, mas não foi aten­di­do pe­la Jus­ti­ça. Uma força-ta­re­fa do MP-BA tam­bém apu­ra o aci­den­te pa­ra­le­la­men­te.

No dia 28 de mar­ço, a De­fen­so­ria Pú­bli­ca do Es­ta­do da Bahia (DPE) in­for­mou que a Ager­ba é a res­pon­sá­vel por fis­ca­li­zar as em­pre­sas que re­a­li­zam a tra­ves­sia e que, por is­so, se­rá in­cluí­da na ação que pe­de in­de­ni­za­ção pa­ra as vítimas da tra­gé­dia. Um dos so­bre­vi­ven­tes pe­de mais de R$ 2 mi­lhões.

A de­ci­são foi to­ma­da pe­lo ór­gão após a Jus­ti­ça não en­con­trar bens em no­me do pro­pri­e­tá­rio da CL Trans­por­te Ma­rí­ti­mo, Lí­vio Gar­cia Gal­vão Ju­ni­or, que foi in­di­ci­a­do on­tem pe­la Po­lí­cia Ci­vil. O va­lor pe­di­do co­mo in­de­ni­za­ção ainda se­rá es­ta­be­le­ci­do na au­di­ên­cia de con­ci­li­a­ção, que não tem da­ta pa­ra acon­te­cer. Ele po­de­rá ser de­ter­mi­na­do pe­lo juiz.

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