Ven­dia água na praia e vai fa­lar em Har­vard

Folha de Londrina - - Social -

O ra­paz te m no­me me io grin­go, mas é ca­ri­o­ca: Rick Che ste r. Mo­ra­va na fa­ve la e de se mpre ga­do, pe nsou: “to­do mun­do vaià praia, pa­ra to­mar ba­nho, an­dar, cor­re r, mas vai. E vão te r se de . Pois vou ve nde r água.” Pe diu de z re ais e mpre sta­dos e com­prou os pri­me iros co­pi­nhos do pre ci­o­so lí­qui­do. Com a gra­na apu­ra­da, com­prou uma cai­xa de iso­por e co­lo­cou mais água. E as­sim foi, sem­pre pro­cu­ran­do re­a­li­zar se us so­nhos. Cho­va ou fa­ça sol, lá e sta­va e le ve nde ndo água. Te m o e nsi­no mé­dio, apre nde u a fa­ze r se u mar­ke ting pe sso­al e a ve nde r mais água. Se mpre pe rse ve ran­te , in­sis­tin­do com se u ne gó­cio. Ob­te ve su­ces­so.Tan­to que foi con­vi­da­do pa­ra fa­ze r pa­le stra e m Har­vard, e m Bos­ton, nos Es­ta­dos Uni­dos, so­bre o se u êxi­to co­mo e mpre e nde dor. Da po­bre za a uma vi­da me lhor. Tra­ba­lhan­do e se ndo mais fe liz. Nos­so “spy” em Mos­cou? Na­da dis­so, sim­ples­men­te o mai­or pes­qui­sa­dor lon­dri­nen­se em achar pro­du­tos pa­ra as do­nas de ca­sa e os ho­mens que gos­tam de co­zi­nhar ou de agra­dar as pa­tro­as com no­vi­da­des. É An­to­nio Fu­ru­ta com sua fi­lha Ka­ren, que on­de ele vai, ela vai tam­bém. São gran­des com­pa­nhei­ros. Es­tão na Rús­sia, na Pra­ça Ver­me­lha do Krem­lin, co­mo tu­ris­tas do pós-Co­pa do Mun­do. Já en­con­tra­ram ou­tros bra­si­lei­ros por lá. Não hou­ve pro­ble­mas pa­ra An­to­nio, o Fu­ru­ta - 45 anos no Mer­ca­do Shan­gri-Lá. De lá vão pa­ra a Di­na­mar­ca, Fin­lân­dia, Sué­cia, Ir­lan­da e Inglaterra. No fu­tu­ro, é qua­se cer­to, vai im­por­tar pro­du­tos des­ses paí­ses.

■ As ve ndas de car­ros no Bra­sil su­bi­ram 17,7% e m ju­lho. No acu­mu­la­do do ano ne ste 2018, fo­ram ve ndi­dos 1 mi­lhão e 380 mil ve ícu­los. Em Lon­dri­na, que m anun­ci­ou ve nde u mais.

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