Chun Do Myung, 60,

Folha de S.Paulo - Sãopaulo - - Primeira Página -

Chun Do Myung che­gou a São Pau­lo em 1971, aos 12 anos de ida­de, tra­zi­do pe­los pais. “Na épo­ca, a Co­reia era mui­to po­bre. Aqui pa­re­cia o pa­raí­so pa­ra mim. Ti­nha cho­co­la­te e sor­ve­te, re­ga­li­as a que só a clas­se al­ta ti­nha aces­so lá.”

Em 1987, for­mou-se em me­di­ci­na pe­la San­ta Ca­sa, on­de co­nhe­ceu sua mu­lher, tam­bém co­re­a­na, com qu­em te­ve qua­tro fi­lhos. Du­ran­te se­te anos, os dois tra­ba­lha­ram co­mo mé­di­cos vo­lun­tá­ri­os no Nor­des­te.

Lá, Chun vi­rou Jai­ro, no­me bí­bli­co es­co­lhi­do por ele pa­ra fa­ci­li­tar a co­mu­ni­ca­ção com os pa­ci­en­tes —e que usa até ho­je. Re­li­gi­o­so, em 2002, ab­di­cou da me­di­ci­na pa­ra se tor­nar pas­tor na Igre­ja Pres­bi­te­ra­na Uni­da Co­re­a­na de São Pau­lo, no Bom Retiro, bair­ro com for­te pre­sen­ça de imi­gran­tes do país asiá­ti­co.

A re­gião é uma das pre­fe­ri­das do pas­tor pa­ra co­mer na ci­da­de. Ele in­di­ca as ca­sas na rua Cor­reia de Me­lo, em es­pe­ci­al o res­tau­ran­te Seus pra­tos favoritos são o bul­go­gui, chur­ras­co ado­ci­ca­do, e o kim­chi, acel­ga fer­men­ta­da. Per­to da­li, ele tam­bém re­co­men­da pa­da­ri­as e ca­fe­te­ri­as co­re­a­nas co­mo a a ea

Mo­ra­dor da Vi­la Ma­ri­a­na, fre­quen­ta o

on­de ca­mi­nha com a mu­lher. Seu pro­gra­ma fa­vo­ri­to é ir ao ci­ne­ma com os fi­lhos. A sa­la mais fre­quen­ta­da pe­la fa­mí­lia é a do

na ave­ni­da Pau­lis­ta.

Ibi­ra­pu­e­ra, Ci­da­de São Pau­lo, Da­re. Fresh Ca­ke Fac­tory, Bel­la­pan Ba­kery Um Cof­fee Co. par­que shop­ping

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