QUEM LE­VA

Folha de S.Paulo - Saopaulo - - Sua Casa -

De­pois, é ho­ra de apren­der a fa­zer cons­tru­ções de pau a pi­que. No al­mo­ço, co­nhe­ce-se re­cei­tas de ba­na­na as­sa­da, do­ce de lei­te e pra­tos com pal­mi­to pu­pu­nha. Pa­co­tes par­tem de R$ 305 por gru­po. Há op­ção de dor­mir na pou­sa­da lo­cal (diá­ria de R$ 155 por pes­soa).

Des­ti­no do sul pau­lis­ta, o Va­le do Ri­bei­ra é mais co­nhe­ci­do por su­as ca­ver­nas. São cer­ca de 400, mas so­men­te uma pe­que­na fra­ção de­las es­tá aber­ta ao pú­bli­co, prin­ci­pal­men­te no Pe­tar (Par­que Es­ta­du­al Tu­rís­ti­co do Al­to Ri­bei­ra) e no par­que da Ca­ver­na do Di­a­bo.

Is­so por­que o Iba­ma proi­biu a en­tra­da de tu­ris­tas nas gru­tas em 2008. Da­nos am­bi­en­tais, vi­si­ta­ção sem con­tro­le e pes­so­as que le­va­vam pon­tas de es­ta­lac­ti­tes co­mo re­cor­da­ção em­ba­sa­ram a de­ci­são do ór­gão. Após dois me­ses de in­ter­di­ção, o go­ver­no de São Pau­lo cri­ou um pla­no de emer­gên­cia, ain­da em vi­gor, que per­mi­tiu a aber­tu­ra de 12 ca­ver­nas no Pe­tar. Na Ca­ver­na do Di­a­bo há ape­nas uma.

Mas nem tu­do es­tá na es­cu­ri­dão. Além dos qui­lom­bos, há ou­tras ati­vi­da­des pa­ra quem quer fi­car lon­ge de es­ta­lac­ti­tes e es­ta­lag­mi­tes.

Di­tão, do qui­lom­bo Iva­po­run­du­va MAN­GA­RI­TO

A par­tir de R$ 1.120 por ca­sal. Du­as noi­tes em qu­ar­to du­plo no Glam­ping Man­ga­ri­to com meia pen­são. In­clui guia, equi­pa­men­tos de se­gu­ran­ça, in­gres­sos e se­gu­ro /man­ga­ri­to.com; tel. (15) 99745-5040

DESVIANTES

Qua­tro di­as, em ja­nei­ro, a par­tir de R$ 1.450. Hos­pe­da­gem na Pou­sa­da das ca­ver­nas, em qu­ar­to du­plo, com pen­são com­ple­ta. In­clui trans­por­te, se­gu­ro-vi­a­gem e pas­sei­os /desviantes.com.br; tel. 98191-0999

Na re­gião que li­ga os mu­ni­cí­pi­os de Api­aí, Ita­o­ca e Bar­ra do Cha­péu, por exem­plo, a va­ri­e­da­de de mi­ne­rais no so­lo cri­ou uma ro­ta da ce­râ­mi­ca. Ali, ar­te­sãos con­fec­ci­o­nam pe­ças em for­nos ar­te­sa­nais que ul­tra­pas­sam os 1.000ºC. Pa­ra vi­si­tá-los, o pon­to de par­ti­da é a Ca­sa do Ar­te­são de Api­aí. De lá, po­de-se ir ao ate­liê de Abrão Ma­cha­do de Li­ma, em Ita­o­ca, on­de há pa­ne­las, mo­rin­gas e ou­tros ob­je­tos de co­zi­nha. Pre­ços va­ri­am de R$ 20 a R$ 50, em mé­dia. Ou à Ar­te Lo­o­ze, ofi­ci­na que apos­ta em ob­je­tos mais de­co­ra­ti­vos.

No fim do dia, ain­da dá tem­po pa­ra re­la­xar em al­gu­ma ca­cho­ei­ra. A das Ara­pon­gas es­tá en­tre as mais fa­mo­sas. Mas a do Meu Deus dá um ba­nho. Após o in­gres­so de R$ 15 e uma tri­lha de 20 mi­nu­tos, na qual é im­pos­sí­vel não mo­lhar o tê­nis na água, che­ga-se a uma que­da de mais de 50 me­tros. Nos di­as en­so­la­ra­dos, nu­vens de go­tí­cu­las cri­am pe­que­nos ar­co-íris. A bo­ca fi­ca aber­ta. E, en­tão, al­guém sus­sur­ra o no­me do lu­gar: Meu Deus.

O jor­na­lis­ta se hos­pe­dou a con­vi­te do Glam­ping Man­ga­ri­to

Ca­cho­ei­ra das Ara­pon­gas, den­tro do Pe­tar

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