Em­pre­sá­rio afir­ma que nun­ca te­ve os bens em seu no­me

Folha de S.Paulo - - Eleições 2018 -

O em­pre­sá­rio Paulo Ma­ri­nho afir­ma que nun­ca te­ve pa­trimô­nio re­gis­tra­do em seu no­me.

“Co­mo fui diretor es­ta­tu­tá­rio das empresas de­le [Ta­nu­re], e elas ti­nham mui­tas dívidas tra­ba­lhis­tas, ob­vi­a­men­te que eu nun­ca ti­ve pa­trimô­nio em meu no­me”, dis­se.

O em­pre­sá­rio, no en­tan­to, re­fu­tou as acu­sa­ções de ocul­ta­ção de bens, co­mo apon­ta a Jus­ti­ça. Ma­ri­nho afir­mou que é casado há 22 anos com se­pa­ra­ção to­tal de bens, o que des­vin­cu­la o pa­trimô­nio da mulher do seu.

Além dis­so, o can­di­da­to do PSL dis­se que a promessa de com­pra e ven­da fei­ta pe­la sua mulher para ad­qui­rir um dos imóveis in­dis­po­ni­bi­li­za­dos pe­la Jus­ti­ça foi des­fei­to.

“Es­se imó­vel é de ou­tro pro­pri­e­tá­rio e es­tá inclusive à ven­da”, dis­se o em­pre­sá­rio.

Em relação ao imó­vel em

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