CBF

Folha de S.Paulo - - Opinião -

So­bre a re­por­ta­gem “Elei­ção de Ca­bo­clo na CBF cor­re o ris­co de ser anu­la­da na Jus­ti­ça” (Es­por­te, 7/11), es­cla­re­ce­mos: a ação não dis­cu­te a elei­ção, e sim uma al­te­ra­ção es­ta­tu­tá­ria fei­ta me­ses an­tes. O que es­tá em pau­ta não é o mé­ri­to da ação, mas um re­cur­so da pró­pria CBF pa­ra dis­cu­tir on­de ela de­ve ser jul­ga­da. Quan­to ao mé­ri­to, a CBF tem ab­so­lu­ta con­fi­an­ça na Jus­ti­ça. Sua elei­ção obe­de­ceu es­tri­ta­men­te à lei. A cha­pa ven­ce­do­ra te­ve 95% dos vo­tos possíveis na As­sem­bleia Elei­to­ral. E o re­sul­ta­do se­ria exa­ta­men­te o mes­mo sem o vo­to qua­li­fi­ca­do.

Dou­glas Lu­nar­di, di­re­tor de co­mu­ni­ca­ção da CBF (Rio de Ja­nei­ro, RJ)

As ob­ser­va­ções da CBF não con­tra­di­zem o con­teú­do da re­por­ta­gem e es­tão re­gis­tra­das no tex­to.

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