Re­sis­ten­te a qual­quer de­sa­fio

CA­DA OBS­TÁ­CU­LO é UM ES­TÍ­MU­LO, E TO­DA AD­VER­SI­DA­DE, NÃO IM­POR­TA O QUÃO DU­RA POS­SA PA­RE­CER, NOS LE­VA MAIS LON­GE – BAS­TA NÃO DE­SIS­TIR

Go Outside (Brazil) - - RADAR CONTEÚDO PATROCINADO - POR JOÃO ORTEGA, DE CANCÚN*

ES­SA LÓ­GI­CA VA­LE PA­RA INÚ­ME­RAS si­tu­a­ções, de al­guém em di­fi­cul­da­des pa­ra de­sen­vol­ver uma tec­no­lo­gia ino­va­do­ra até, cla­ro, aos pra­ti­can­tes de es­por­tes ao ar li­vre. Quem vi­ve a tri­lha, a ma­ta, o mar e a montanha sa­be que, ao su­pe­rar um de­sa­fio, vo­cê sai ainda mais for­te e re­sis­ten­te do que an­tes.

Por falar em re­sis­tên­cia, em 2018, ce­le­bram-se 35 anos da cri­a­ção do re­ló­gio di­gi­tal co­nhe­ci­do por sua “re­sis­tên­cia ab­so­lu­ta”: o Ca­sio G-shock. Tu­do co­me­çou com o en­ge­nhei­ro ja­po­nês Ki­kuo Ibe. Can­sa­do de re­ló­gi­os que que­bra­vam em qual­quer ad­ver­si­da­de (que­das, ba­ti­das, po­ei­ra ou imer­são na água), ele de­ci­diu que iria de­sen­vol­ver um mo­de­lo à pro­va de tu­do.

É cla­ro que não foi fá­cil. Não se faz um pro­du­to ino­va­dor do dia pa­ra a noi­te. Ki­kuo tes­tou de­ze­nas de me­ca­nis­mos pa­ra pro­te­ger o co­re do re­ló­gio, a par­te cen­tral do equi­pa­men­to. To­dos fa­lha­ram. Co­mo blin­dar um ob­je­to de to­do ti­po de pres­são e im­pac­to, es­pe­ci­al­men­te des­ti­na­do exa­ta­men­te às pes­so­as que tra­tam obs­tá­cu­los co­mo es­ti­lo de vi­da?

Em 1983, o en­ge­nhei­ro en­con­trou a so­lu­ção. Em vez de man­ter o mo­tor do re­ló­gio fi­xo e blin­da­do de qual­quer in­ter­fe­rên­cia ex­ter­na, o jei­to foi dei­xá-lo li­vre pa­ra se mo­vi­men­tar den­tro da es­tru­tu­ra. Pe­que­nos amor­te­ce­do­res o pro­te­ge­ri­am de ba­ti­das in­ter­nas, po­rém o im­pac­to ex­ter­no se­ria ab­sor­vi­do pe­la pró­pria li­ber­da­de do co­re. Em abril da­que­le ano, o pri­mei­ro Ca­sio G-shock foi lan­ça­do pa­ra o pú­bli­co ja­po­nês e lo­go con­quis­tou o res­to do mun­do.

Ho­je a tec­no­lo­gia pa­ra fa­zer um re­ló­gio di­gi­tal de al­ta re­sis­tên­cia avan­çou bas­tan­te. A pro­pos­ta do G-shock, mes­mo de­pois

de de­ze­nas de mo­de­los, con­ti­nua a mes­ma. Por is­so o aces­só­rio ainda man­tém a con­fi­an­ça e a pre­fe­rên­cia de seus con­su­mi­do­res ao re­dor do pla­ne­ta.

Pa­ra a co­me­mo­ra­ção dos 35 anos do G-shock, de­ze­nas de jor­na­lis­tas e pes­so­as li­ga­das ao es­por­te outdoor de to­da a Amé­ri­ca La­ti­na fo­ram con­vi­da­das pa­ra par­ti­ci­par de uma aven­tu­ra na sel­va de Cancún, no México. Cla­ro que a Go Out­si­de não po­de­ria fal­tar em um even­to co­mo es­se.

Ca­mi­nha­mos na ma­ta fe­cha­da, com as fo­lhas das ár­vo­res ta­pan­do o sol, com al­ta umi­da­de re­al­çan­do o for­te ca­lor. Di­ri­gi­mos qua­dri­ci­clos em tri­lhas off-ro­ad, por ve­zes tão es­trei­tas e des­ni­ve­la­das que al­guns che­ga­ram a pen­sar que se­ria im­pos­sí­vel pas­sar. Mas não de­sis­ti­mos. No fim do dia, veio a re­com­pen­sa. O de­sa­fi­a­dor ca­mi­nho nos le­vou a um ce­no­te, uma pis­ci­na na­tu­ral

“Em 2018, ce­le­bram-se os 35 anos da cri­a­ção do re­ló­gio di­gi­tal co­nhe­ci­do por sua re­sis­tên­cia ab­so­lu­ta: o Ca­sio G-shock.”

es­con­di­da no meio da flo­res­ta tro­pi­cal. Em ca­da sal­to den­tro da água azul-clara, vi­nha uma sensação de mis­são cum­pri­da. No pul­so de ca­da um de nós, ha­via um Ca­sio G-shock que re­sis­tiu à umi­da­de, à ter­ra, aos inú­me­ros im­pac­tos e, de­pois de tu­do, à pres­são de um mer­gu­lho pro­fun­do.

A vi­da dos apai­xo­na­dos por es­por­tes de ação é as­sim. Não im­por­ta o quan­to um dia te­nha si­do du­ro e can­sa­ti­vo, lo­go es­ta­mos pron­tos pa­ra o pró­xi­mo. E é cla­ro que o re­ló­gio mais re­sis­ten­te do mun­do acom­pa­nha as aven­tu­ras.

Que nos pró­xi­mos 35 anos ele con­ti­nue com o DNA de re­sis­tên­cia ab­so­lu­ta com o qu­al nos iden­ti­fi­ca­mos tan­to!

AVEN­TU­RA E AÇÃO:Em Cancún, o G-shock foi tes­ta­do em tri­lhas en­la­me­a­das, em pas­sei­os aquá­ti­cos e ou­tros desafios outdoor

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