WHARARIKI, No­va Zelândia

Boa pa­ra: Ca­mi­nhar e ob­ser­var animais sel­va­gens.

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O VI­SU­AL SUR­RE­AL des­se can­to re­mo­to na ilha sul da No­va Zelândia gu­ar­da sur­pre­sas a ca­da no­vo pas­so. Cru­zan­do uma fa­zen­da e aces­san­do o al­to das du­nas que le­vam a Wharariki (per­to da pe­que­na Ta­ka­ka), já dá pa­ra sen­tir que se tra­ta de uma praia es­pe­ci­al. Bas­ta des­cer a du­na pa­ra con­fir­mar: ca­ver­nas, for­ma­ções ro­cho­sas no mar e fi­lho­tes de fo­cas te es­pe­ram.

O ide­al é che­gar com tem­po pa­ra ex­plo­rar tu­do – a praia não é mui­to ex­ten­sa, mas tem bas­tan­te atra­ti­vos. Ca­so se ani­me pa­ra um mer­gu­lho, cui­da­do com o mar! As cor­ren­tes são for­tes e trai­ço­ei­ras, em­bo­ra não apa­ren­tem. Na pas­sa­gem por Ta­ka­ka, tam­bém é pos­sí­vel mon­tar uma ba­se pa­ra ro­lês de trek­king e moun­tain bike – con­ver­se com os lo­cais pa­ra di­cas de surf. De Wharariki é fá­cil es­ti­car lin­das ca­mi­nhas com mi­ran­tes pe­lo tra­je­to. Há pla­cas com in­di­ca­ção ru­mo ao Ca­pe Fa­rewell (bem per­ti­nho), o Fa­rewell Spit (até du­as ho­ras) ou a Pu­pon­ga Hill Top Track (que po­de le­var de três a cinco ho­ras).

ON­DE FI­CAR: Apro­vei­te o cli­ma tran­qui­lo do vi­la­re­jo de Ta­ka­ka (new­ze­a­land.com/ta­ka­ka), ex­ce­len­te ba­se pa­ra ex­plo­rar to­do o parque.

DI­CA: Os mo­men­tos de ma­ré bai­xa ga­ran­tem uma vi­si­ta mais pro­vei­to­sa em Wharariki. Che­que as con­di­ções lo­cais com o De­part­ment of Con­ser­va­ti­on (doc.govt.nz), ór­gão fe­de­ral res­pon­sá­vel pe­la pre­ser­va­ção e vi­si­ta­ção.

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