Bem? No ca­mi­nho do

Fa­mo­so pe­lo es­ti­lo de vi­da des­re­gra­do, Tim Maia sur­pre­en­deu a to­dos quan­do en­trou pa­ra uma des­co­nhe­ci­da e in­tri­gan­te sei­ta. Co­nhe­ça a cu­ri­o­sa his­tó­ria e o le­ga­do mu­si­cal dei­xa­do por es­te pe­río­do

GRANDES ÍDOLOS DA MÚSICA ESPECIAL TIM MAIA - 3 - - FASE RACIONAL - Tex­to e pes­qui­sa Vi­ní­cius Gá­li­co/ Co­la­bo­ra­dor De­sign Ra­fa­el Na­ka­o­ka

Em 1974, o su­ces­so de Tim Maia na mú­si­ca po­pu­lar bra­si­lei­ra já es­ta­va con­so­li­da­do. Os seus qua­tro pri­mei­ros discos, lan­ça­dos en­tre 1970 e 1973, fo­ram su­ces­so de ven­da e a de­man­da por shows cres­cia ca­da vez mais em to­do o país. Sim, a dé­ca­da an­te­ri­or fo­ra de al­tos e bai­xos pa­ra o mú­si­co, que en­con­trou di­fi­cul­da­des pa­ra se es­ta­be­le­cer em meio às ten­dên­ci­as da Jo­vem Guar­da e do Tro­pi­ca­lis­mo. Mas o sín­di­co sou­be apro­vei­tar as opor­tu­ni­da­des que a vi­da e os seus con­ta­tos no meio mu­si­cal lhe de­ram. Trou­xe ele­men­tos da Black Mu­sic nor­te-ame­ri­ca­na, com­bi­nou com rit­mos bra­si­lei­ros e saiu da som­bra de ar­tis­tas co­mo Ro­ber­to Car­los e Eras­mo Car­los pa­ra se tor­nar uma ce­le­bri­da­de com iden­ti­da­de pró­pria.

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