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RIP CURL PREPARA LAN­çA­MEN­TO DE VERSãO SUPER STRE­CH DA E-BOMB – TECNOLOGIA E6 SE­Rá O WETSUIT MAIS LEVE E FLEXíVEL Já VENDIDO NO BRASIL

Hard Core (Brazil) - - ÍNDICE - Por re­da­ção

O E-Bomb 6, The Ul­ti­ma­te Super Stret­ch Wetsuit, é o mais leve e mais flexível “Wetsuit Ma­de For Wa­ves” do mercado, co­mo diz o slogan do pro­du­to.

É com es­sa cam­pa­nha que a Rip Curl apre­sen­tou o seu mais no­vo lan­ça­men­to em rou­pa de bor­ra­cha pa­ra o surf, que se­rá co­lo­ca­do à ven­da jun­to da coleção de in­ver­no’2019 da marca.

Com o no­vo ne­o­pre­ne 100% E6 Ther­mo­flex Super Stret­ch, de al­to de­sem­pe­nho, o mo­de­lo su­pe­ra os pa­drões da in­dús­tria, que dei­xou a rou­pa 20% mais elás­ti­ca e 15% mais leve que a versão an­te­ri­or.

Ou­tro de­ta­lhe im­por­tan­te é a fi­ta de ve­da­ção, que pos­sui elas­ti­ci­da­de pre­mium e que per­mi­te o má­xi­mo de alon­ga­men­to, mui­to con­for­to e ve­da­ção da cos­tu­ra final. Na prá­ti­ca, quando se usa na água salgada, o con­ta­to com a fi­ta é qu­a­se im­per­cep­tí­vel.

Chama mui­to a aten­ção a tecnologia Zip Free, que ofe­re­ce de­sem­pe­nho leve e ir­res­tri­to e de­sign efi­ci­en­te pa­ra ma­xi­mi­zar

a ves­ti­men­ta da rou­pa e sua ve­da­ção. O bol­so ex­ter­no com fe­cho mag­né­ti­co é um plus.

Ou­tra ino­va­ção diz res­pei­to à du­ra­bi­li­da­de gra­ças à tecnologia E6 Stress Point Ta­ped adi­ci­o­na­da aos pon­tos de al­ta ten­são pa­ra maior re­sis­tên­cia do equi­pa­men­to.

Um dos gran­des di­fe­ren­ci­ais da Rip Curl no Brasil, que pos­sui se­de no Gu­a­ru­já (SP), é ofe­re­cer as­sis­tên­cia téc­ni­ca es­pe­ci­a­li­za­da pa­ra maior se­gu­ran­ça ao com­pra­dor de wet­suits.

Mar­cio Ra­mos, ge­ren­te de pro­du­tos da Rip Curl, co­men­ta sobre a evo­lu­ção de for­ma ge­ral dos equi­pa­men­tos pa­ra o surf se com­pa­ra­do aos wet­suits de ver­sões an­te­ri­o­res e o pa­ta­mar al­can­ça­do pe­lo no­vo mo­de­lo E-Bomb 6.

“Ti­ve­mos um período em que as rou­pas de bor­ra­cha e wet­suits evo­luí­ram e, por exemplo, as pran­chas es­tag­na­ram. As rou­pas saí­ram das ar­ma­du­ras e de­ram um pu­lo pa­ra ne­o­pre­nes mais elás­ti­cos. De­pois foi a vez das pran­chas com inú­me­ros no­vos mo­de­los e ma­te­ri­ais, e os wet­suits fo­ram evo­luin­do mais ti­mi­da­men­te. Ago­ra es­ta­mos em uma fa­se que am­bos evo­lu­em to­dos os anos, mas as rou­pas de bor­ra­cha de­ram um sal­to e estão em cons­tan­te aper­fei­ço­a­men­to, fo­ca­das em per­for­man­ce, com uma boa do­se de con­for­to e tecnologia agre­ga­da, com no­vos mo­de­los e ino­va­ções in­te­res­san­tes. Temos um fe­ed­back mui­to bom do mercado lo­jis­ta, o que faz com que a Rip Curl ca­ta­li­se o de­se­jo do surfista ao cri­ar ex­pec­ta­ti­vas de lan­ça­men­to de seus pro­du­tos, prin­ci­pal­men­te de wet­suits, e cor­res­pon­der a elas com a en­tre­ga dos mes­mos. Nes­se mes­mo fe­ed­back que ti­ve­mos em Chicama, du­ran­te o lan­ça­men­to do E-Bomb 6 no mês de se­tem­bro no Peru, é que o mo­de­lo traz a me­lhor experiência pa­ra quem já usa rou­pa de bor­ra­cha sem zí­per. O grau de elas­ti­ci­da­de au­men­tou mui­to e fi­cou mui­to mais fá­cil en­trar e sair da rou­pa. Elas­ti­ci­da­de, con­for­to e aque­ci­men­to são os pon­tos for­tes da E6”.

Gabriel Medina, o maior surfista que o Brasil já pro­du­ziu, é o pi­lo­to de tes­te das rou­pas de bor­ra­cha da Rip Curl.

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