OS DI­REI­TOS LGB­TI

ISTO É - - COMPORTAMENTO/DIREITOS CIVIS -

UNIÃO ES­TÁ­VEL

Des­de 2011, por con­ta de uma de­ci­são do STF, as uniões es­tá­veis en­tre pes­so­as do mes­mo se­xo pas­sa­ram a ser per­mi­ti­das

Em 2013, o Con­se­lho Na­ci­o­nal de Jus­ti­ça pu­bli­cou uma re­so­lu­ção que proí­be os car­tó­ri­os de se ne­ga­rem a re­gis­trar ca­sa­men­tos de pes­so­as do mes­mo se­xo

A re­ver­são do di­rei­to de ca­sa­men­tos LGB­TI não po­de ser fei­ta por de­cre­to - se­ria ne­ces­sá­rio um pro­je­to de lei apro­va­do pe­lo Con­gres­so

NO­ME SO­CI­AL

Um de­cre­to pre­si­den­ci­al de 2016 au­to­ri­zou o uso do no­me so­ci­al de tra­ves­tis e tran­se­xu­ais no âm­bi­to da ad­mi­nis­tra­ção pú­bli­ca fe­de­ral

Em ja­nei­ro de

2018 foi apro­va­da uma re­so­lu­ção do Mi­nis­té­rio da Edu­ca­ção que au­to­ri­zou o uso do no­me so­ci­al nos re­gis­tros es­co­la­res da edu­ca­ção bá­si­ca

Em fe­ve­rei­ro de 2018, um ou­tro de­cre­to per­mi­tiu que as car­tei­ras de iden­ti­da­de pos­sam in­cluir o no­me so­ci­al das pes­so­as trans­gê­ne­ro

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