SE­RES ODIOSOS

ISTO É - - CULTURA -

Al­guns dos per­so­na­gens mais des­pre­zí­veis e me­mo­rá­veis da li­te­ra­tu­ra an­glo-sa­xã

VILÕES IMPERDOÁVEIS Drá­cu­la (1897)

De Bram Sto­ker, o con­de amal­di­ço­a­do se­gue co­mo en­car­na­ção má­xi­ma da mal­da­de

Fu-Man­chu (1912)

Gê­nio do cri­me chi­nês cons­truí­do em tor­no de uma vi­são oci­den­tal pre­con­cei­tu­o­sa, foi cri­a­do por Sax Roh­mer

Wol­fe MacFar­la­ne (1884)

De Ro­bert Louis Ste­ven­son, o mé­di­co que rou­ba­va ca­dá­ve­res foi ins­pi­ra­do em um episódio re­al

VI­GA­RIS­TAS DE PRI­MEI­RA Cis­co Kid (1907)

Fo­ra da lei im­pi­e­do­so de O. Henry, en­trou no ima­gi­ná­rio co­mo um ga­lan­te me­xi­ca­no nos filmes de Ve­lho Oes­te

Raf­fles (1898)

La­drão char­mo­so com mo­dos de ca­va­lhei­ro, foi cri­a­do por E.W. Hor­nung pa­ra “ho­me­na­ge­ar” seu cu­nha­do Co­nan Doy­le, pai de Sher­lock Hol­mes

Ja­ne dos Qua­tro Qu­a­dra­dos (1929)

Pro­ta­go­nis­ta de Ed­gar Wal­la­ce, ela é lin­da, es­per­ta e ele­gan­te, en­ga­nan­do a po­lí­cia pa­ra do­ar par­te do di­nhei­ro rou­ba­do à ca­ri­da­de

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