Di­vor­ci­ei, e ago­ra?

Malu - - Relacionamento -

• Fa­lo com pro­pri­e­da­de des­te as­sun­to por­que es­tou di­vor­ci­a­da há qua­tro anos. No iní­cio, a coi­sa to­da pa­re­ce um bu­ra­co ne­gro. Pas­sa­dos al­guns me­ses, o sol co­me­ça a bri­lhar na sua vi­da e no seu co­ra­ção.

• Não é o fim do mun­do. Vo­cê se­rá obri­ga­da a olhar pa­ra si mes­ma com mui­to, mui­to amor. O fim de um re­la­ci­o­na­men­to é um gran­de apren­di­za­do e no­vas opor­tu­ni­da­des irão sur­gir, mais ce­do ou mais tar­de.

• Mas vou con­fes­sar: dá um me­do da­na­do! Mes­mo que vo­cê te­nha fi­lhos, a so­li­dão vai ba­ter for­te e vo­cê te­rá que li­dar com ques­tões exis­ten­ci­ais e emo­ci­o­nais da me­lhor for­ma que pu­der.

• A so­li­dão é uma óti­ma pro­fes­so­ra. Vo­cê re­a­pren­de­rá a vi­ver em ou­tros mol­des e é pro­vá­vel que su­as pri­o­ri­da­des mu­dem. Apro­vei­te es­te tem­po e fa­ça uma lim­pa na sua vi­da, jo­gue fo­ra tu­do o que não ser­ve mais: pes­so­as, si­tu­a­ções, emo­ções tó­xi­cas, cren­ças li­mi­tan­tes, ob­je­tos, mó­veis... Fi­que só com o que é bom pa­ra vo­cê.

• Ape­sar dos pe­sa­res, lem­bre­se sem­pre dis­so: tu­do o que acon­te­ceu foi ne­ces­sá­rio pa­ra te tra­zer até es­te pon­to. A vi­da é fei­ta de fa­ses e os ci­clos ter­mi­nam. Na­da aqui é eter­no, tu­do mu­da o tem­po to­do. Se uma por­ta se fe­chou é por­que por­tas me­lho­res e mais bo­ni­tas irão se abrir. Acre­di­te.

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