SACA-ROLHA

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Vi­nho do Por­to deve ter no­va sa­fra vin­ta­ge

A pla­ta­for­ma di­gi­tal Ma­de in Farm (ma­dein­farm.com.br) es­tre­ou no se­gun­do se­mes­tre de 2017 e já pro­me­te no­vi­da­des. O pro­je­to – apoi­a­do pe­la Re­de AgroSer­vi­ces da Bayer – tem co­mo ob­je­ti­vo co­nec­tar di­re­ta­men­te pro­du­to­res e con­su­mi­do­res de ca­fés do Bra­sil, e ge­rar no­vos ne­gó­ci­os. Des­de maio, a pla­ta­for­ma am­pli­ou a ofer­ta de grãos e dis­po­ni­bi­li­zou a com­pra de ca­fés pelo con­su­mi­dor fi­nal (an­tes, es­ta­va res­tri­ta ao fo­od ser­vi­ce). "De­ci­di­mos tra­ba­lhar também com marcas mais co­mer­ci­ais", ex­pli­ca Cris­ti­a­ne Lourenço, ge­ren­te de par­ce­ri­as da Bayer e im­ple­men­ta­do­ra do pro­je­to. Atu­al­men­te, a pla­ta­for­ma reú­ne 18 pro­du­to­res, en­tre Mi­nas Ge­rais e São Pau­lo. Eco­no­mia com­par­ti­lha­da, pro­ce­dên­cia do pro­du­to e comércio jus­to são idei­as que de­mo­ra­ram a chegar no País, mas cá es­tão. O pro­du­tor se ca­das­tra, de­fi­ne o pre­ço do seu ca­fé, dis­po­ni­bi­li­za a quan­ti­da­de que de­se­ja e con­ta a sua his­tó­ria. No se­gun­do se­mes­tre, o Ma­de in Farm co­me­ça­rá a co­mer­ci­a­li­zar ca­fés ver­des – o grão cru mas não tor­ra­do, que é co­mo ca­fés são ne­go­ci­a­dos em to­do o mun­do. Em tem­po: os ca­fés ven­di­dos aqui são de du­as ca­te­go­ri­as: os es­pe­ci­ais, que são grãos 100% ará­bi­ca e cu­ja ava­li­a­ção sen­so­ri­al deve estar aci­ma dos 80 pon­tos (de 100), e os gour­mets, as­sim clas­si­fi­ca­dos pe­la in­dús­tria, que lhes atri­bui uma no­ta de qua­li­da­de glo­bal aci­ma de 7,3 pon­tos (numa es­ca­la de 10) sem, ne­ces­sa­ri­a­men­te, de­ter­mi­nar a es­pé­cie (ará­bi­ca ou ro­bus­ta) con­ti­da no blend.

Cul­ti­vo de ca­fés na Fa­zen­da Re­can­to, no Sul de Mi­nas, que faz par­te do Ma­de in Farm

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