LOUI­SE FRO­GLEY

A es­ti­lis­ta fa­la das di­fi­cul­da­des de cri­ar o fi­gu­ri­no do fil­me, prin­ci­pal­men­te por­que exi­gia pe­ças com mui­ta mo­bi­li­da­de

Metro Brazil (ABC) - - { ESTILO} -

Qual foi o mai­or de­sa­fio ao cri­ar o fi­gu­ri­no do Ho­mem-For­mi­ga?

O mai­or obs­tá­cu­lo foi dar mo­vi­men­to à rou­pa. A ela­bo­ra­ção é par­te do pro­ces­so, mas a ideia é que os ato­res se­jam ca­pa­zes de se mo­ver com ela. Ela po­de fi­car lin­da, mas se im­pos­si­bi­li­ta le­van­tar os bra­ços ou pu­lar, nós te­mos um pro­ble­ma. O gran­de de­sa­fio que nós ti­ve­mos foi, por um la­do, en­con­trar uma for­ma de dar mo­vi­men­tos na­tu­rais pa­ra quem ves­tir e, por ou­tro, fa­zer com que ela se pa­re­ces­se com as ilus­tra­ções.

Qual a par­te mais fas­ci­nan­te de tra­ba­lhar no uni­ver­so Mar­vel?

Além de ser res­pon­sá­vel pe­lo fi­gu­ri­no, a par­te mais ba­ca­na é co­nhe­cer o ti­me da Mar­vel, por­que eles sa­bem o que es­tão fa­zen­do e são mui­to de­di­ca­dos a to­do o con­cei­to. É mui­to ba­ca­na e eu ado­rei tra­ba­lhar com eles. Foi sen­sa­ci­o­nal.

Qual é o mais le­gal e de­sa­fi­a­dor ao tra­ba­lhar com um su­per- he­rói?

É de­fi­nir qual se­rá o ma­te­ri­al da rou­pa. Vo­cê pre­ci­sa não só en­con­trar um ma­te­ri­al que pa­re­ça na­tu­ral, mas tam­bém ga­ran­tir que ca­da ma­te­ri­al uti­li­za­do é ade­qua­do pa­ra a ilu­mi­na­ção e as câ­me­ras do es­tú­dio. É bem di­fí­cil jun­tar to­dos es­ses as­pec­tos pa­ra al­can­çar o que o es­tú­dio quer. Além de tu­do is­so, vo­cê pre­ci­sa ga­ran­tir que o fi­gu­ri­no se­ja prá­ti­co - ca­so vo­cê pre­ci­se ir ao ba­nhei­ro.

Qual é seu su­per- he­rói fa­vo­ri­to?

O Ho­mem-Ara­nha, por­que fui eu que fiz a rou­pa de­le.

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