Do­ria cos­tu­ra apoio a Bol­so­na­ro

Metro Brazil (Belo Horizonte) - - BRASIL -

O go­ver­na­dor elei­to de São Paulo, João Do­ria (PSDB), se reu­niu on­tem na ca­pi­tal pau­lis­ta com os ou­tros dois go­ver­na­do­res elei­tos pe­lo par­ti­do, Rei­nal­do Azam­bu­ja, do Ma­to Gros­so do Sul, e Edu­ar­do Leite, do Rio Grande do Sul, e anun­ci­ou que os três de­ci­di­ram apoiar as me­di­das do fu­tu­ro pre­si­den­te Jair Bol­so­na­ro (PSL).

Em en­tre­vis­ta a jor­na­lis­tas, os go­ver­na­do­res tu­ca­nos afir­ma­ram que o ges­to não sig­ni­fi­ca “a ade­são do par­ti­do ao go­ver­no”, mas um pac­to “de atu­a­ção e so­li­da­ri­e­da­de” por uma “agenda Bra­sil”, em prol das re­for­mas e das po­lí­ti­cas econô­mi­cas e ins­ti­tu­ci­o­nais que de­ve­rão ser to­ca­das pe­lo no­vo pre­si­den­te.

Do­ria – que du­ran­te a elei­ção co­lou sua imagem à do ca­pi­tão reformado do Exér­ci­to (com a su­ges­tão do vo­to ‘bol­so­do­ria’ no se­gun­do tur­no) – já ha­via se reu­ni­do na vés­pe­ra com Bol­so­na­ro e de­cla­ra­do seu apoio em par­ti­cu­lar.

O mo­vi­men­to dos go­ver- na­do­res elei­tos vai na di­re­ção con­trá­ria à dos mais an­ti­gos lí­de­res tu­ca­nos, co­mo o se­na­dor Tas­so Je­reis­sa­ti e o pre­si­den­te do par­ti­do e can­di­da­to derrotado à Pre­si­dên­cia, Ge­ral­do Alck­min, que de­fen­dem que o PSDB de­ve se man­ter neu­tro.

A par­tir de 2019, Do­ria, Azam­bu­ja e Leite se­rão os tu­ca­nos com mai­or po­der nas mãos: vão go­ver­nar pa­ra qua­se 30% do país (59,6 mi­lhões de pessoas) e irão ge­rir 40% do PIB (R$ 2,4 tri­lhões).

TO­CA AQUI Azam­bu­ja, Do­ria e Leite se­la­ram o pac­to on­tem com um aper­to de mãos tri­plo

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