DIRETO DA RÚS­SIA

Metro Brazil (Curitiba) - - COPA 2018 - FER­NAN­DO VALEIKA DE BARROS

NÃO PO­DE

Nos in­ter­va­los de jo­gos da Co­pa do Mun­do, era co­mum que as câ­me­ras bus­cas­sem tor­ce­do­ras bo­ni­tas nas ar­qui­ban­ca­das. Aca­bou. Se­gun­do Fe­de­ri­co Ad­di­e­chi, res­pon­sá­vel de Di­ver­si­da­de da Fi­fa, já foi en­ca­mi­nha­do às ge­ra­do­ras de ima­gem e agên­ci­as de fo­to­gra­fia uma di­re­triz pa­ra não fa­ze­rem mais es­te ti­po de ima­gem. “Acha­mos que era dis­cri­mi­na­ção se­xu­al”, dis­se Ad­di­e­chi.

DESABAFO

Maestro da se­le­ção da Croá­cia, o meia Lu­ca Modric não gos­tou na­da da ati­tu­de de jor­na­lis­tas in­gle­ses que, se­gun­do ele, me­nos­pre­za­ram a Croá­cia. “Fa­la­ram que es­tá­va­mos can­sa­dos, nos su­bes- ti­ma­ram, mas nós es­ta­mos na fi­nal”, de­cla­rou. “De­pois des­te jo­go to­ma­ra que apren­dam a ser mais hu­mil­des e a res­pei­ta­rem mais os seus opo­nen­tes.”

REFÚGIO NA BOLA

Quan­do Modric ti­nha 6 anos, a Iu­gus­lá­via, da qual a Croá­cia se se­pa­rou, vi­via uma guer­ra ci­vil. De- pois que seu avô foi exe­cu­ta­do por re­bel­des sér­vi­os, a fa­mí­lia dei­xou a ci­da­de e pas­sou a vi­ver co­mo re­fu­gi­a­da. Modric co­me­çou a jo­gar fu­te­bol nas di­vi­sões in­fe­ri­o­res do Di­na­mo de Za­greb, foi em­pres­ta­do pa­ra o Zrinjs­ki Mos­tar, da par­te cro­a­ta da Bós­nia, ven­di­do pa­ra o Tot­te­nham e con­sa­grou-se co­mo um dos pi­la­res do Re­al Ma­drid.

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