LEO DI­AS

Metro Brazil (Espirito Santo) - - CULTURA - G.G.

Apre­sen­ta­dor do pro­gra­ma “Fo­fo­ca­li­zan­do”, do SBT, e co­lu­nis­ta do jor­nal “O Dia”, o jor­na­lis­ta de 43 anos con­ta ao Me­tro Jor­nal so­bre a sua re­la­ção com a can­to­ra Anitta. O que o mo­ti­vou a es­cre­ver uma biografia so­bre a Anitta?

Ela é a ar­tis­ta nú­me­ro 1 ho­je no Bra­sil, ne­nhu­ma bra­si­lei­ra che­gou tão lon­ge qu­an­to ela na his­tó­ria. Mas, vo­cê quer sa­ber a ver­da­de? Es­co­lhi a Anitta por­que ela é su­bur­ba­na ca­ri­o­ca co­mo eu, tem uma vi­da de su­pe­ra­ção, de al­tos e bai­xos e com mui­tas “vi­ra­das do jo­go”. Ela é ad­mi­rá­vel, pre­ci­sa ser exem­plo pa­ra mi­lha­res de jo­vens que nas­ce­ram sem opor­tu­ni­da­des. En­fim, es­co­lhi Anitta por­que ela é a me­lhor. “Furacão Anitta” não é um apa­nha­do de fo­fo­cas, mas sim uma his­tó­ria fas­ci­nan­te de uma me­ni­na po­bre que mu­dou de vi­da em ape­nas cin­co anos, de um “ca­se” de mar­ke­ting nun­ca an­tes vis­to no Bra­sil, da pri­mei­ra gran­de ar­tis­ta fru­to da in­ter­net.

Ela já leu o li­vro?

Não leu. Ain­da. Ho­je [úl­ti­ma quin­ta], eu vou man­dar um li­vro pa­ra ela, au­to­gra­fa­do.

Co­mo é a re­la­ção de vo­cês? São ami­gos?

So­mos le­ais um ao ou­tro. Sou mui­to gra­to por ela ter me per­mi­ti­do acom­pa­nhar a car­rei­ra e o cres­ci­men­to de­la. E du­ran­te es­ses 8 anos es­ta­be­le­ce­mos uma re­la­ção de con­fi­an­ça. Ela en­ten­de o meu tra­ba­lho e não me cen­su­ra em na­da. É uma hon­ra pa­ra mim ter con­ta­to di­re­to com a ar­tis­ta mais re­vo­lu­ci­o­ná­ria da mú­si­ca no Bra­sil no sé­cu­lo 21.

Quais são os epi­só­di­os mais quen­tes so­bre a vi­da da Anitta re­la­ta­dos no li­vro?

Os atri­tos, os ro­man­ces, to­dos os de­ta­lhes das bri­gas ju­di­ci­ais e o en­fren­ta­men­to aos dois mai­o­res em­pre­sá­ri­os da mú­si­ca do Bra­sil [os ex-em­pre­sá­ri­os de­la, Ka­mil­la Fi­a­lho e Rô­mu­lo Cos­ta, da Furacão 2000].

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