MATADOR!

Lu­cas Moura faz 3 no Ajax e põe o Tot­te­nham na fi­nal da Liga dos Cam­peões con­tra o Li­ver­po­ol

Metro Brazil (Espirito Santo) - - PRIMEIRA PÁGINA -

Pa­re­ce que a Liga dos Cam­peões não es­tá mui­to preocupada em pre­ser­var o co­ra­ção do tor­ce­dor. Um dia de­pois do Li­ver­po­ol ba­ter o Bar­ce­lo­na por 4 a 0 e se ga­ran­tir na de­ci­são que acon­te­ce dia 1º de ju­nho, em Ma­dri, foi a vez do Tot­te­nham con­se­guir uma vi­tó­ria his­tó­ri­ca so­bre o Ajax por 3 a 2, em Ams­ter­dã, re­ver­ten­do a der­ro­ta por 1 a 0 em casa no jo­go de ida da se­mi­fi­nal. E se os Spurs po­de­rão dis­pu­tar sua pri­mei­ra de­ci­são do tor­neio con­ti­nen­tal, o mo­ti­vo tem no­me e so­bre­no­me: Lu­cas Moura.

O bra­si­lei­ro sim­ples­men­te mar­cou os três gols do ti­me in­glês – ou hat-trick, co­mo se diz no país. Só que o ta­ma­nho da fa­ça­nha foi ain­da mai­or pe­lo co­me­ço de­sas­tro­so do Tot­te­nham no con­fron­to. Bem ao seu es­ti­lo, de to­que de bo­la e ve­lo­ci­da­de – que en­can­tou nes­ta edi­ção da Liga –, o Ajax foi do­no do jo­go no pri­mei­ro tem­po. Dei­xou, in­clu­si­ve, a ta­re­fa do Tot­te­nham mui­to pi­or. De Ligt fez o pri­mei­ro gol aos 5 mi­nu­tos e Ziye­ch am­pli­ou aos 35: 2 a 0.

Os Spurs pre­ci­sa­vam de três gols. Har­ry Ka­ne, o ar­ti­lhei­ro do ti­me, fo­ra por le­são – Lu­cas pro­va­vel­men­te se­ria re­ser­va se o Fu­ra­cão pu­des­se jo­gar. Só que com a ca­mi­sa 27 es­ta­va o ca­ra que mu­da­ria os ru­mos da his­tó­ria. Pa­ra Erik­sen, um dos gran­des no­mes des­ta equi­pe, Lu­cas já “me­re­ce uma es­tá­tua”.

Pu­de­ra. O Tot­te­nham co­me­çou a re­a­ção aos 10, num lin­do con­tra-ata­que pu­xa­do por Lu­cas com par­ti­ci­pa­ção de De­le Al­li. O bra­si­lei­ro em­pa­tou aos 14, de­pois de um mi­la­gre de Ona­na em chu­te de Llo­ren­te. E vi­rou no apa­gar das lu­zes, aos 51, de­pois de um chu­te na tra­ve de Ziye­ch se­gun­dos an­tes. Com um de­ta­lhe: os três do des­tro Lu­cas fo­ram com o pé es­quer­do.

Na se­gun­da fi­nal in­gle­sa da his­tó­ria – a ou­tra foi en­tre Man­ches­ter Uni­ted e Chel­sea, em 2008 –, Lu­cas te­rá pe­la fren­te um Li­ver­po­ol que con­ta com três bra­si­lei­ros tam­bém: Alis­son, Fa­bi­nho e Roberto Fir­mi­no.

“Fan­tás­ti­co, o fu­te­bol é fan­tás­ti­co e nos apre­sen­ta mo­men­tos as­sim. É o me­lhor mo­men­to da mi­nha vi­da, da mi­nha car­rei­ra. Eu só pre­ci­so agra­de­cer aos meus com­pa­nhei­ros. O que es­tou vi­ven­do no Tot­te­nham é ina­cre­di­tá­vel. Es­tou bas­tan­te fe­liz e or­gu­lho­so”

MATTHEW CHILDS/REU­TERS

Lu­cas co­me­mo­ra o seu 3º gol em Ams­ter­dã

Au­tor de três gols, Lu­cas le­vou a bo­la do jo­go pa­ra casa

Tot­te­nham, Téc­ni­co do Mau­ri­cio Po­chet­ti­no, após a fa­ça­nha do seu ti­me

FO­TOS: GETTY IMAGES E REU­TERS

Pub em Lon­dres, des­ti­na­do a tor­ce­do­res dos Spurs

1 º

3 º

Edi­ção de quar­ta-fei­ra do Me­tro, com a clas­si­fi­ca­ção in­sa­na do Li­ver­po­ol so­bre o Bar­ce­lo­na

2 º

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