As­sen­to mar­ca­do. Pro­con mul­ta aé­re­as por co­bran­ça

Metro Brazil (Espirito Santo) - - ECONOMIA -

O Pro­con-SP mul­tou a Azul (R$ 481,35 mil), a Gol (R$ 2,66 mi­lhões) e a La­tam (3,72 mi­lhões) pe­la prá­ti­ca de co­brar an­te­ci­pa­da­men­te pe­la es­co­lha de as­sen­to de vo­os.

Se­gun­do o ór­gão, a prá­ti­ca es­tá em de­sa­cor­do com o CDC (Có­di­go de De­fe­sa do Con­su­mi­dor), que de­ter­mi­na que é abu­si­vo ele­var sem jus­ta cau­sa o pre­ço de pro­du­tos ou ser­vi­ços. “A con­du­ta ge­ra um au­men­to no pre­ço to­tal do ser­vi­ço sem que ne­nhu­ma con­tra­pres­ta­ção se­ja ofe­re­ci­da ao con­su­mi­dor, co­mo, por exem­plo, co­mo­di­da­de, mai­or es­pa­ço fí­si­co ou ou­tra”, diz.

A Gol diz que a mar­ca­ção de as­sen­to po­de ser re­a­li­za­da de for­ma to­tal­men­te gra­tui­ta com 48 ho­ras. A Azul afir­ma que a es­co­lha é op­ci­o­nal e que a Anac (Agên­cia Na­ci­o­nal de Avi­a­ção Ci­vil) e o De­par­ta­men­to de De­fe­sa do Con­su­mi­dor já de­fi­ni­ram que não há ile­ga­li­da­de na co­bran­ça. A La­tam diz que não re­ce­beu a no­ti­fi­ca­ção.

| ROVENA RO­SA/AGÊN­CIA BRA­SIL

Prá­ti­ca con­tra­ria o CDC, se­gun­do o Pro­con

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