Be­ber, sa­bo­re­ar, amar

Que os vi­nhos do Bra­sil ga­nham des­ta­que a ca­da ano que pas­sa, to­do mun­do já sa­be. Mas que os vi­nhos da Re­gião Me­tro­po­li­ta­na de Curitiba, no Pa­ra­ná, acom­pa­nham es­ta evo­lu­ção, vo­cês sa­bi­am? A pe­di­do do Metro Jornal, a som­me­liè­re Thays Fer­rão, co­or­de­na­do­ra d

Metro Brazil (Maringa) - - TURISMO - METRO CURITIBA

1 Fran­co Ita­li­a­no – Co­lom­bo

As fa­mí­li­as Rau­sis e Cec­con pro­du­zem vi­nhos des­de 1878 e ago­ra a ca­sa aca­ba de ga­nhar cin­co me­da­lhas de ou­ro na Gran­de Pro­va de Vi­nhos Bra­si­lei­ros 2018, um dos con­cur­sos mais im­por­tan­tes do Bra­sil. São 18 ti­pos de vi­nhos fi­nos, den­tre os quais o Cen­su­ra­to Ca­ber­net Sau­vig­non é o mais pre­mi­a­do. Além dos cli­en­tes co­nhe­ce­rem as ca­ves e o pro­ces­so de ela­bo­ra­ção dos vi­nhos, no res­tau­ran­te po­de-se har­mo­ni­zar to­da li­nha de e es­pu­man­tes com o me­nu “Fran­co Ita­li­a­no”, ins­pi­ra­do nas raí­zes da fa­mí­lia.

2 Fa­mí­lia Far­do – Qua­tro Bar­ras

“O vi­nho ela­bo­ra­do nes­ta vi­ní­co­la não é pa­ra be­ber, sim­ples­men­te. É pa­ra sa­bo­re­ar”, es­te é le­ma do pro­pri­e­tá­rio Am­bró­sio Far­do, que des­ta­ca que o fo­co da vi­ní­co­la se­rá sem­pre a qua­li­da­de do vi­nho. Se­di­a­da em uma be­lís­si­ma cons­tru­ção de pe­dras, a Fa­mí­la Far­do re­ce­be vi­si­tas diá­ri­as. Pa­ra aten­der to­do ti­po de pú­bli­co, são ofer­ta­dos três di­fe­ren­tes ro­tei­ros de eno­tu­ris­mo.

3 Le­ga­do – Cam­po Lar­go

Cri­a­da em 2003, a Le­ga­do con­tro­la to­do o pro­ces­so do vi­nho, des­de plan­tio até a vi­ni­fi­ca­ção. São pro­du­zi­dos lo­tes mui­to pe­que­nos, com 500 ou mil gar­ra­fas de ca­da ti­po de vi­nho e es­pu­man­te - vin­dos dos 4,8 hec­ta­res cul­ti­va­dos. Em 2019, a som­me­liè­re He­loi­se Me­rol­li (fo­to) fa­rá a pri­mei­ra co­lhei­ta de Pi­not Meu­ni­er, Al­va­ri­nho e Char­don­nay, de mu­das que fo­ram plan­ta­das em 2016. A vi­ní­co­la abre aos sá­ba­dos e do­min­gos pa­ra a vi­si­ta­ção e con­ta com tour gui­a­do, in­cluin­do de­gus­ta­ção.

4 Arau­cá­ria – SJP

As va­ri­e­da­des de uvas eu­ro­pei­as são plan­ta­das na vi­ní­co­la Arau­cá­ria em meio à Ma­ta Atlân­ti­ca, dan­do ori­gem a uma li­nha que vai des­de es­pu­man­tes até vi­nhos tin­tos – com to­dos os ró­tu­los ba­ti­za­dos com no­mes que re­me­tem à cul­tu­ra pa­ra­na­en­se. O pas­seio eno­tu­rís­ti­co é fei­to em meio à na­tu­re­za, com tri­lhas, bos­ques, la­go, cer­ca­do por imen­sas arau­cá­ri­as. No iní­cio do ano acon­te­ce a fes­ta da Vín­di­ma, uma ce­le­bra­ção pe­la co­lhei­ta das uvas.

5 Ca­ve Co­li­nas de Pe­dra – Pi­ra­qua­ra

Além dos vi­nhos, a gran­de atra­ção é o tú­nel cen­te­ná­rio de 429 me­tros, que re­ce­be 50 mil gar­ra­fas. A cons­tru­ção, por on­de pas­sa­va a Ma­ria Fu­ma­ça ru­mo a An­to­ni­na, foi adap­ta­da e tem con­di­ções ide­ais pa­ra os es­pu­man­tes, que pas­sam ali ao me­nos dois anos. Os es­pu­man­tes são ela­bo­ra­dos pe­lo mé­to­do Cham­pe­noi­se e es­tão dis­po­ní­veis em qua­tro ver­sões: Na­tu­re, Brut, Brut Ro­sé e Mos­ca­tel Ro­sé. O al­mo­ço é ser­vi­do em uma es­ta­ção fer­ro­viá­ria cui­da­do­sa­men­te res­tau­ra­da. A har­mo­ni­za­ção le­va pe­que­nas por­ções, quei­jos, pães, mi­nis­sa­la­das, além dos fa­mo­sos es­pu­man­tes

PRISCILLA FIEDLER

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