Ba­ni­do, ca­nu­do de plás­ti­co con­ti­nua pre­sen­ça ca­ti­va

Metro Brazil (Rio) - - { FOCO} -

Vi­lão dos am­bi­en­ta­lis­tas, o ca­nu­do de plás­ti­co te­ve a co­mer­ci­a­li­za­ção proi­bi­da no Rio de Ja­nei­ro atra­vés de uma lei san­ci­o­na­da no ano pas­sa­do pe­lo pre­fei­to Mar­ce­lo Cri­vel­la (PRB). Co­mer­ci­an­tes fla­gra­dos dis­tri­buin­do o item no mu­ni­cí­pio es­tão su­jei­tos a uma mul­ta de R$ 6 mil.

Mes­mo as­sim, bas­ta um pas­seio pe­las prai­as ca­ri­o­cas pa­ra per­ce­ber que a fis­ca­li­za­ção não tem si­do du­ra. O vo­lu­me de ca­nu­di­nhos des­car­ta­dos nas arei­as de­nun­cia a fal­ta de res­pei­to à no­va lei.

“De­pois da­que­la ima­gem da tar­ta­ru­ga com um ca­nu­do pre­so no cor­po, es­sa ques­tão fi­cou ain­da mais im­por­tan­te”, lem­bra a cui­da­do­ra de ido­sos Ma­ria Ri­ta Cu­nha.

Es­ses ca­nu­dos aju­dam a for­mar a mon­ta­nha de 120 to­ne­la­das re­co­lhi­das pe­la Com­lurb to­dos os di­as, em mé­dia. No fi­nal de se­ma­na, es­se nú­me­ro so­be pa­ra 341 t, sen­do 146 t aos sá­ba- dos e 195 t aos domingos.

Ge­ral­men­te, fa­bri­ca­dos com po­li­pro­pi­le­no ou po­li­es­ti­re­no, pre­ju­di­ci­ais ao am­bi­en­te, os ca­nu­dos de­mo­ram até 200 anos pa­ra se de­com­por. Por is­so, o mo­vi­men­to am­bi­en­ta­lis­ta tem in­ten­si­fi­ca­do uma cam­pa­nha mun­di­al pa­ra subs­ti­tuí-los por op­ções bi­o­de­gra­dá­veis.

Proi­bi­dos, os ca­nu­dos são co­muns nas arei­as das prai­as ca­ri­o­cas

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