R$5.645,80

O Dia - - ECONOMIA -

É o te­to da Pre­vi­dên­cia. O acrés­ci­mo é de­vi­do mes­mo que o se­gu­ra­do que pe­diu o au­xí­lio-cui­da­dor re­ce­ba es­te va­lor de be­ne­fí­cio.

Va­le lem­brar que o acrés­ci­mo é de­vi­do ain­da mes­mo que o va­lor da apo­sen­ta­do­ria atin­ja o te­to da Pre­vi­dên­cia, ho­je de R$ 5.645,80. Com o adi­ci­o­nal, um apo­sen­ta­do que te­nha be­ne­fí­cio de R$2 mil, por exem­plo, re­ce­be­rá um acrés­ci­mo de R$500 por mês. O au­xí­lio-cui­da­dor tam­bém va­le pa­ra o 13º sa­lá­rio.

VUL­NE­RA­BI­LI­DA­DE

Ao dar a sen­ten­ça, a mi­nis­tra do STJ Re­gi­na He­le­na Costa des­ta­cou que a si­tu­a­ção de vul­ne­ra­bi­li­da­de e ne­ces­si­da­de de re­ce­ber o adi­ci­o­nal po­de acon­te­cer com qual­quer se­gu­ra­do do INSS. Os 25% se­rão sus­pen­sos com a mor­te do apo­sen­ta­do, não in­ci­din­do so­bre pos­sí­vel pen­são, o que con­fir­ma o ca­rá­ter as­sis­ten­ci­al do acrés­ci­mo. “Não po­de­mos dei­xar es­sas pes­so­as sem am­pa­ro”, afir­mou à épo­ca.

O adi­ci­o­nal é pre­vis­to no Ar­ti­go 45 da Lei 8.213/91. O en­ten­di­men­to do INSS, en­tre­tan­to, é de que só po­de con­ce­der os 25% so­bre o be­ne­fí­cio pa­ra o se­gu­ra­do que se apo­sen­ta por in­va­li­dez. O pe­di­do é fei­to por quem com­pro­ve a de­pen­dên­cia.

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