DI­FE­REN­ÇAS EN­TRE BI­LÍN­GUE E IN­TER­NA­CI­O­NAL

O Estado de S. Paulo - - .Edu -

Não há uma lei na­ci­o­nal com de­fi­ni­ções mí­ni­mas so­bre o que é ne­ces­sá­rio pa­ra uma es­co­la ser clas­si­fi­ca­da como bi­lín­gue. Con­tu­do, a mai­o­ria dos es­pe­ci­a­lis­tas de­fen­de que é ne­ces­sá­rio ter cer­ca de me­ta­de da car­ga ho­rá­ria no ou­tro idi­o­ma, e que as au­las não se­jam “de in­glês”, mas “em in­glês”. Ve­ja aqui al­gu­mas de­fi­ni­ções:

Es­co­la in­ter­na­ci­o­nal

Ado­ta o cur­rí­cu­lo de ou­tro país; po­de ser ame­ri­ca­no ou in­glês, por exem­plo. Se­gue o ca­len­dá­rio do país de ori­gem e, por­tan­to, o ano le­ti­vo se ini­cia em setembro. A mai­or par­te da car­ga ho­rá­ria é da­da em in­glês, ou no ou­tro idi­o­ma es­tran­gei­ro. A lín­gua por­tu­gue­sa fi­ca res­tri­ta a al­gu­mas dis­ci­pli­nas es­pe­cí­fi­cas da gra­de.

Es­co­la bi­lín­gue

Pre­ci­sa se­guir a Ba­se Na­ci­o­nal Co­mum Cur­ri­cu­lar (BNCC), mas cos­tu­ma in­cluir também o cur­rí­cu­lo de ou­tro país. Se­gue o ca­len­dá­rio do Brasil, com iní­cio do ano le­ti­vo em fe­ve­rei­ro. Cer­ca de me­ta­de do tem­po ofe­re­ce au­las em por­tu­guês, me­ta­de do tem­po no se­gun­do idi­o­ma.

Es­co­la com pro­gra­ma bi­lín­gue

No ho­rá­rio re­gu­lar é uma es­co­la bra­si­lei­ra, com o cur­rí­cu­lo se­gun­do a BNCC, mas que in­clui um pro­gra­ma de en­si­no em in­glês, nor­mal­men­te no con­tra­tur­no. Se­gue o ca­len­dá­rio do Brasil, com co­me­ço do ano le­ti­vo em fe­ve­rei­ro. Po­de ter vá­ri­as ho­ras/ au­la em in­glês, mas à par­te do cur­rí­cu­lo prin­ci­pal.

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