AGI­TO NA VI­LA DE POR­TO DE GA­LI­NHAS

Qual Viagem - - PORTO DE GALINHAS -

Com um cli­ma de mui­ta des­con­tra­ção, a Vi­la de Por­to de Ga­li­nhas, jun­to à praia das pis­ci­nas na­tu­rais, reú­ne vá­ri­os res­tau­ran­tes e lo­jas que ven­dem ar­te- sa­na­to, sou­ve­nirs, rou­pas e até bo­los de ro­lo. Bem com­pac­ta, é óti­ma pa­ra um pas­seio a pé. Dá pa­ra an­dar por ali sem pre­o­cu­pa­ção a qual­quer ho­ra, já que a vi­la im­pres­si­o­na pe­la se­gu­ran­ça.

O mai­or agi­to, in­clu­si­ve, acon­te­ce à noi­te, qu­an­do as ru­as fi­cam chei­as de fa­mí­li­as, ca­sais e gru­pos de tu­ris­tas em ge­ral. As lo­jas e os res­tau­ran­tes cos­tu­mam fi­car aber­tos até às 22h. Pa­ra a fa­ci­li­da­de dos vi­si­tan­tes, a vi­la tam­bém pos­sui lo­ji­nhas de con­ve­ni­ên­cia, far­má­ci­as e cai­xas ele­trô­ni­cos.

En­tre a Rua Es­pe­ran­ça e a Rua Pis­ci­nas Na­tu­rais, há um cal­ça­dão pa­ra pe­des­tres. Es­ta úl­ti­ma é co­nhe­ci­da por sem­pre es­tar en­fei­ta­da, se­ja com ban­dei­ri­nhas ou com som­bri­nhas de fre­vo e com as fa­mo­sas es­cul­tu­ras de ga­li­nhas as­si­na­das pe­lo ar­tis­ta plás­ti­co Gil­ber­to Car­ca­rá, que as es­cul­pe em tron­cos de co­quei­ros caí­dos. Aliás, va­le vi­si­tar o ate­liê do Car­ca­rá, per­to da Praia do Cupe, pa­ra co­nhe­cer o tra­ba­lho que ele faz com sus­ten­ta­bi­li­da­de e com­prar pe­ças au­tên­ti­cas.

Já a Rua Bei­ju­pi­ra abri­ga a fei­ra Ar­tur Ma­ro­ja, com ar­te­sa­na­to lo­cal e co­mi­di­nhas, que acon­te­ce das 16h às 22h to­dos os di­as, ex­ce­to às ter­ças. Na mes­ma rua há um po­lo de ar­te­sa­na­to com vá­ri­as bar­ra­qui­nhas fi­xas. Nem pre­ci­sa di­zer que as ga­li­nhas são o gran­de te­ma de to­do o ti­po de pro­du­to, de sou­ve­nirs a pe­ças de­co­ra­ti­vas.

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