Em­pre­sas usam ‘ân­co­ras’ pa­ra ter êxi­to em IPO

Valor Econômico - - PRIMEIRA PÁGINA - Ma­ria Luí­za Fil­guei­ras

A vo­la­ti­li­da­de do mer­ca­do bra­si­lei­ro, pro­vo­ca­da por in­cer­te­zas no ce­ná­rio po­lí­ti­co e pe­la len­ta re­to­ma­da da eco­no­mia, es­tá es­ti­mu­lan­do em­pre­sas que vão abrir o ca­pi­tal a bus­ca­rem in­ves­ti­do­res-ân­co­ra. Es­tes in­ves­ti­do­res anun­ci­am, an­tes da re­a­li­za­ção das ofer­tas, com­pro­mis­so em fi­car com fa­tia re­le­van­te do ca­pi­tal das com­pa­nhi­as — em mé­dia, 30%. Is­so aju­da a atrair in­ves­ti­do­res pa­ra o IPO (si­gla em in­glês de ofer­ta pú­bli­ca ini­ci­al). A ges­to­ra ame­ri­ca­na ThirdPoint e as bra­si­lei­ras M Squa­re e Truxt, por exem­plo, co­gi­tam ser ân­co­ras do IPO da ope­ra­do­ra de saú­de Hap­vi­da. A In­ter­mé­di­ca, do mes­mo se­tor, tam­bém ne­go­cia com in­ves­ti­do­res — um de­les, a ges­to­ra Dy­na­mo. As cor­re­to­ras Squa­dra e At­mos devem fi­car com 30% da ofer­ta do Ban­co In­ter.

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