Lu­cros cres­cem 16% no tri­mes­tre

Valor Econômico - - PRIMEIRA PÁGINA - Pau­la Sel­mi e Mar­cel­le Gutierrez

Os re­sul­ta­dos das com­pa­nhi­as aber­tas no pri­mei­ro tri­mes­tre fo­ram melhores do pon­to de vis­ta ope­ra­ci­o­nal, mas com mar­gens de lu­cro pra­ti­ca­men­te es­tá­veis. O com­por­ta­men­to con­fir­mou a ex­pec­ta­ti­va de re­cu­pe­ra­ção econô­mi­ca mais len­ta no pe­río­do. Ain­da as­sim, por con­ta de uma ba­se de com­pa­ra­ção muito fra­ca, o lu­cro lí­qui­do agre­ga­do das em­pre­sas cres­ceu 15,8% em ter­mos no­mi­nais, na com­pa­ra­ção anu­al.

Levantamento do Va­lor Da­ta in­cluiu 263 com­pa­nhi­as não fi­nan­cei­ras de ca­pi­tal aber­to, to­ta­li­zan­do um lu­cro fi­nal de R$ 20,3 bi­lhões de ja­nei­ro a mar­ço. O es­tu­do des­con­si­de­rou os nú­me­ros das gi­gan­tes Pe­tro­bras, Va­le e Ele­tro­bras, pa­ra não dis­tor­cer o re­sul­ta­do. Se fos­sem in­cluí­das, a evo­lu­ção do lu­cro se­ria subs­tan­ci­al­men­te me­nor, de ape­nas 3,7%.

Hou­ve um avan­ço de 10,6% na re­cei­ta lí­qui­da, pa­ra R$ 350,2 bi­lhões, no com­pa­ra­ti­vo anu­al. As ven­das anu­a­li­za­das au­men­ta­ram 2,4% an­te o quar­to tri­mes­tre de 2017. A mar­gem bru­ta do to­tal das em­pre­sas fi­cou es­tá­vel em 27,5% e a mar­gem Ebitda (lu­cro an­tes de ju­ros, im­pos­tos, de­pre­ci­a­ção e amor­ti­za­ção) su­biu ape­nas 0,3 pon­to per­cen­tu­al, pa­ra 18,6%.

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