Re­no­va­ção

Valor Econômico - - OPINIÃO -

Os bra­si­lei­ros emer­gi­ram das úl­ti­mas elei­ções com a es­pe­ran­ça de que, fi­nal­men­te, os qua­dros da po­lí­ti­ca e do po­der, es­pe­ci­al­men­te no âm­bi­to do Con­gres­so Na­ci­o­nal e das As­sem­blei­as Le­gis­la­ti­vas, so­fre­ri­am uma subs­tan­ci­al e tão de­se­ja­da re­no­va­ção, co­mo pa­re­ci­am su­ge­rir os nú­me­ros dos re­sul­ta­dos dos plei­tos.

Pas­sa­do al­gum tem­po, po­rém, tu­do pa­re­ce in­di­car que a nos­sa que­ri­da ter­ra de Pin­do­ra­ma mais se as­se­me­lha a um jo­go de es­pe­lhos que im­pe­de a dis­tin­ção en­tre o que é ima­gem re­fle­ti­da e o que é ob­je­to re­al. As­sim, é tris­te a cons­ta­ta­ção da per­ma­nên­cia do imu­tá­vel, ex­pres­sa pe­la in­só­li­ta lon­ge­vi­da­de do se­na­dor Re­nan Ca­lhei­ros (MDB- AL), in­ves­ti­ga­do em vá­ri­os inqué­ri­tos por cor­rup­ção e apon­ta­do co­mo fa­vo­ri­to pa­ra co­man­dar o Se­na­do Fe­de­ral. Há pers­pec­ti­va mais de­sa­ni­ma­do­ra?

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