FER­RA­RI DE 1956 VEN­DI­DO POR 20 MI­LHÕES DE EU­ROS

A co­ta­ção dos au­to­mó­veis clás­si­cos con­ti­nua em al­ta e a dos Fer­ra­ri es­tá sem­pre a su­bir... É ape­nas o oi­ta­vo mais ca­ro ven­di­do em lei­lão

Correio da Manha - Domingo (Cofina) - - IMPERDÍVEL -

Os au­to­mó­veis clás­si­cos são uma pai­xão pa­ra mui­tos e um ne­gó­cio mui­to ape­te­cí­vel pa­ra ca­da vez mais in­ves­ti­do­res. Por is­so, não sa­be­mos se foi um apai­xo­na­do ou um es­pe­cu­la­dor quem com­prou um Fer­ra­ri 290 MM de 1956 num lei­lão pro­mo­vi­do pe­la RM Sotheby’s em Los An­ge­les, nos Es­ta­dos Uni­dos. Co­mo de cos­tu­me, foi um anó­ni­mo quem pa­gou a fa­tu­ra, que des­ta vez atin­giu os 22 005 000 dó­la­res (cer­ca de 20 mi­lhões de eu­ros). Po­de pa­re­cer aber­ran­te, mas não vai além do oi­ta­vo lu­gar do ‘ran­king’ dos au­to­mó­veis mais ca­ros ad­qui­ri­dos em lei­lão, no to­po do qual sur­ge um Fer­ra­ri GTO de 1964, ven­di­do em 2014 por 36,5 mi­lhões de eu­ros. A Scu­de­ria Fer­ra­ri cons­truiu (ape­nas) qua­tro 290 MM pa­ra par­ti­ci­pa­rem nas Mil­le Mi­glia (MM), uma cor­ri­da que se dis­pu­ta­va em Itá­lia, em es­tra­da aber­ta. Era uma das provas mais pres­ti­gi­a­das da épo­ca . Os qua- tro chas­sis cons­truí­dos pa­ra a equi­pa ofi­ci­al con­ta­vam com car­ro­ça­ri­as em alu­mí­nio, mol­da­das à mão pe­la Sca­gli­et­ti, e o re­sul­ta­do não po­de­ria ser me­lhor: ga­ran­ti­ram os qua­tro pri­mei­ros lu­ga­res. Eu­ge­nio Cas­tel­lo t i fo i o ve nc e do r e P e t e r Col­lins, com o chas­sis 0628 ago­ra ven­di­do, con­quis­tou o se­gun­do lu­gar. Nes­sa épo­ca, o

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