DE­POIS DE LISBOA, RE­CLU­SOS DE LEI­RIA, FUNCHAL E CO­VI­LHÃ PRO­TES­TA­RAM CON­TRA A GRE­VE DOS GUAR­DAS.

GRE­VE r Re­clu­sos con­tes­tam gre­ve dos guar­das em to­do o País

Correio da Manha - - Opinião - JOÃO CAR­LOS RO­DRI­GUES

De­pois do mo­tim na ca­deia de Lisboa – a que se se­gui­ram pro­tes­tos no Li­nhó e em Cus­toi­as – foi a vez dos re­clu­sos de Lei­ria, Funchal e Co­vi­lhã se ma­ni­fes­ta­rem con­tra os efei­tos das greves dos guar­das pri­si­o­nais – anu­la­ção de vi­si­tas, de al­mo­ços e jan­ta­res de Na­tal, fecho de ba­res e até li­mi­ta­ção de con­tac­tos te­le­fó­ni­cos ou dis­po­ni­bi­li­za­ção de me­di­ca­men­tos.

Na ca­deia da Co­vi­lhã, os re­clu­sos des­lo­ca­ram-se até ao re­fei­tó­rio, mas de­pois re­cu­sa­ram a re­fei­ção e o regresso às ce­las, em protesto con­tra a au­sên­cia de te­le­fo­ne­mas du­ran­te a gre­ve.

A Di­re­ção-Ge­ral de Rein­ser­ção e Ser­vi­ços Pri­si­o­nais es­cla­re­ceu que “a di­re­to­ra do es­ta­be­le­ci­men­to fa­lou com os re­clu­sos, ten­do a re­fei­ção e o re­tor­no às ce­las de­cor­ri­do com in­tei­ra nor­ma­li­da­de”. Na ca­deia pa­ra jovens de Lei­ria, um de­ti­do “pe­gou, no in­te­ri­or da sua cela in­di­vi­du­al, fogo ao col­chão”. “A si­tu­a­ção foi ime­di­a­ta­men­te de­te­ta­da e con­tro­la­da, com os mei­os pró­pri­os do es­ta­be­le­ci­men­to, pe­los guar­das de ser­vi­ço.” Já na Ma­dei­ra, “seis re­clu-

sos” avan­ça­ram pa­ra uma gre­ve de fo­me, “in­vo­can­do mo­ti­vos de na­tu­re­za pes­so­al”. Fo­ram se­pa­ra­dos e es­tão a re­ce­ber acom­pa­nha­men­to clí­ni­co.

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