“Te­nho o di­rei­to de me apro­xi­mar da Bárbara”

De­pois de o ter re­ve­la­do que a po­lí­cia foi cha­ma­da a ca­sa de Bárbara Guimarães no dia 29 de no­vem­bro, Ma­nu­el Ma­ria Car­ri­lho es­cla­re­ce a sua ver­são dos fac­tos

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De­pois de o Cor­reio da Ma­nhã ter no­ti­ci­a­do que a po­lí­cia foi cha­ma­da a ca­sa de Bárbara Guimarães no pas­sa­do dia 29 de no­vem­bro, de­pois de es­ta ter aci­o­na­do o botão de pânico ao aper­ce­ber-se da pre­sen­ça do ex-ma­ri­do à por­ta do pré­dio on­de vi­ve, Ma­nu­el Ma­ria Car­ri­lho de­ci­diu es­cla­re­cer a sua ver­são dos fac­tos.

Na noi­te de quar­ta-fei­ra, no pro­gra­ma Rua Se­gu­ra, da CMTV, Car­ri­lho es­te­ve em di­re­to, atra­vés de cha­ma­da te­le­fó­ni­ca, e ne­ga ter en­tra­do no pré­dio on­de vi­ve Bárbara Guimarães. O ex-mi­nis­tro da Cultura ale­ga que foi só bus­car o filho a ca­sa da mãe e que sim­ples­men­te­to­couà­cam­pai­nha­pa­ra­que­di­nis des­ces­se. “Eu pos­so, de­vo e te­nho o di­rei­to de me apro­xi­mar da Bárbara Guimarães sem­pre que es­ti­ver em cau­sa as mi­nhas res­pon­sa­bi­li­da­des pa­ren­tais e, co­mo sa­be, eu te­nho à mi­nha gu­ar­da o meu filho Di­nis que era quem eui­a­bus­car.ape­nas­to­queià­por­ta­pa­ra ele des­cer”, afir­mou Car­ri­lho, sa­li­en­tan­do que “não há ne­nhu­ma trans­gres­são de ne­nhu­ma nor­ma”.

“Não há ne­nhu­ma trans­gres­são de ne­nhu­ma nor­ma”, ar­gu­men­ta o ex-mi­nis­tro

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