Vi­tó­ria de Lu­ka Mo­dric revolta o clã Avei­ro

Destak - - LEITOR - JOAQUIM A. MOU­RA Pe­na­fi­el JO­SÉ AMARAL Vila No­va de Gaia

A fa­mí­lia Avei­ro, da es­car­pa do Funchal, na Ma­dei­ra revolta-se. O ma­no tro­ca-pés, que en­tre­tém o pa­go­de em Tu­rim e cons­ti­tui uma frau­de le­va­da ao co­lo pe­los me­dia, não se impôs a Lu­ka Mo­dric, jo­ga­dor de futebol que ga­nhou os dois mai­o­res tro­féus, da FI­FA e UEFA.

Coi­sa iné­di­ta. Mas as ma­nas mun­da­nas do “ita­li­a­no” in­cri­mi­na­do des­de Es­pa­nha e in­di­ci­a­do de crime em las Ve­gas, vêm pro­tes­tar pe­lo fac­to do tra­pa­lhão da Juve não ter ga­nho aqui­lo que só Messi, o me­lhor jo­ga­dor do mun­do, po­de­ria ga­nhar, e ser ago­ra um cro­a­ta a subs­ti­tuí-lo no pó­dio.

As­sim se vê de que ma­té­ria são fei­tos os Avei­ro, e a sua ori­gem, pa­ri­dos na am­bi­ção e na ar­ro­gân­cia de que os me­dia não se isen­tam, pois aju­da­ram a for­ma­tar tais es­pé­ci­es. (...) de­le pa­ra irem pa­ra ou­tras ban­das. Por ou­tro la­do, é do nos­so co­nhe­ci­men­to as cons­tan­tes tra­mói­as e múl­ti­plas de­so­nes­ti­da­des pra­ti­ca­das por quem nun­ca as de­ve­ria fa­zer e ser, is­so sim, um exem­plo de ho­nes­ti­da­de pa­ra com o ci­da­dão co­mum e pe­ran­te a sociedade em ge­ral.

Fa­la­mos da­que­les que, re­pre­sen­tan­do-nos nos mais va­ri­a­dos lu­ga­res pú­bli­cos, nos atrai­ço­am e rou­bam. A rou­ba­lhei­ra tem si­do tan­ta e tão ga­lo­pan­te, que não sa­be­mos aon­de is­to tu­do vai pa­rar, mas bom fim não te­rá.

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