Car­tei­ra ras­pa­di­nha

Destak - - LEITOR -

A San­ta Ca­sa da Mi­se­ri­cór­dia de Lis­boa en­tre­ga ao Ins­ti­tu­to de Ges­tão da Se­gu­ran­ça So­ci­al par­te das ver­bas ar­re­ca­da­das com os jo­gos so­ci­ais. O sub­sis­te­ma de ac­ção so­ci­al re­ce­be 93%, sen­do que 7% é en­ca­mi­nha­do pa­ra o Fun­do de So­cor­ro So­ci­al. Os vi­ci­a­dos em ras­pa­di­nhas não são pes­so­as com pos­ses, mas gen­te sim­ples que fa­zem da vi­da uma su­ces­são de di­as na es­pe­ran­ça de tem­pos me­lho­res. O Es­ta­do, ar­vo­ran­te em pes­soa de bem, não de­ve pro­mo­ver o ví­cio do jo­go. A lei per­mi­te a proi­bi­ção de cer­tas pes­so­as fre­quen­ta­rem os ca­si­nos, mui­tas a pe­di­do pes­so­as. Não há re­gu­la­men­ta­ção

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