Do sub­pri­me à cri­se da dí­vi­da na Eu­ro­pa

Edição Público Porto - - DESTAQUE -

A Re­ser­va Fe­de­ral dos EUA vol­ta a au­men­tar a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro pa­ra 5,25%, na­que­le que se­ria o fim de um ci­clo de su­bi­da de ta­xas.

9 de Agos­to de 2007

O ban­co fran­cês BNP Pa­ri­bas anun­cia que sus­pen­deu três fun­dos de in­ves­ti­men­to em tí­tu­los de dí­vi­da hi­po­te­cá­ria. O BCE in­jec­ta 94,8 mil mi­lhões de eu­ros no mer­ca­do de­vi­do à es­cas­sez de li­qui­dez.

16 de Agos­to de 2007

A Co­mis­são Eu­ro­peia anun­cia que vai abrir uma in­ves­ti­ga­ção às agên­ci­as de ra­ting por es­tas não te­rem aler­ta­do pa­ra os ris­cos das car­tei­ras de cré­di­to hi­po­te­cá­rio.

14 de Se­tem­bro de 2007

O ban­co britânico Northern Rock pe­de apoio ao Ban­co de In­gla­ter­ra. Fi­cam fa­mo­sas as ima­gens de uma corrida aos de­pó­si­tos.

18 de Se­tem­bro de 2007

A Re­ser­va Fe­de­ral nor­te­a­me­ri­ca­na cor­ta a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro em meio pon­to per­cen­tu­al, pa­ra 4,75%.

31 de Ou­tu­bro de 2007

A Re­ser­va Fe­de­ral cor­ta a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro pa­ra 4,5%.

11 de De­zem­bro de 2007

A Re­ser­va Fe­de­ral nor­te-ame­ri­ca­na cor­ta a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro pa­ra 4,25%.

21 de Ja­nei­ro de 2008

As bol­sas mun­di­ais re­gis­tam as mai­o­res que­das des­de o 11 de Se­tem­bro de 2001.

22 de Ja­nei­ro de 2008

A Re­ser­va Fe­de­ral nor­te-ame­ri­ca­na cor­ta a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro pa­ra 3,5%, na­que­le que foi o mai­or cor­te em 25 anos.

23 de Ja­nei­ro de 2008

O lí­der do BCE, Je­an-Clau­de Tri­chet, afir­ma que a sua mai­or

pre­o­cu­pa­ção são as pres­sões in­fla­ci­o­nis­tas e re­cu­sa cor­tar as ta­xas de ju­ro de re­fe­rên­cia.

30 de Ja­nei­ro de 2008

A Re­ser­va Fe­de­ral nor­te-ame­ri­ca­na cor­ta a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro pa­ra 3%.

17 de Fe­ve­rei­ro de 2008

O Go­ver­no britânico de­ci­de na­ci­o­na­li­zar por tem­po in­de­ter­mi­na­do o Northern Rock.

14 de Mar­ço de 2008

A Re­ser­va Fe­de­ral é for­ça­da a con­ce­der um em­prés­ti­mo de emer­gên­cia ao ban­co de in­ves­ti­men­to Be­arn Sterns.

16 de Mar­ço de 2008

O JP Mor­gan Chase com­pra o Be­arn Sterns por um va­lor que re­pre­sen­ta pou­co mais de 1% do va­lor que ti­nha an­tes da cri­se.

18 de Mar­ço de 2008

A Re­ser­va Fe­de­ral nor­te-ame­ri­ca­na cor­ta a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro pa­ra 2,25%.

30 de Abril de 2008

A Re­ser­va Fe­de­ral nor­te-ame­ri­ca­na cor­ta ju­ros pa­ra 2%.

Ju­nho de 2008

O pre­ço mé­dio men­sal do bar­ril de pe­tró­leo atin­ge o seu má­xi­mo his­tó­ri­co: 132 dó­la­res.

9 de Ju­lho de 2008

O BCE de­ci­de su­bir a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro pa­ra 4,25%.

7 de Se­tem­bro de 2008

O Go­ver­no dos EUA anun­cia a na­ci­o­na­li­za­ção das agên­ci­as Fan­nie Mae e Fred­die Mac, em­pre­sas que de­ti­nham gran­de par­te dos cré­di­tos hi­po­te­cá­ri­os dos EUA.

15 de Se­tem­bro de 2008

O ban­co Leh­man Brothers co­lap­sa. O Bank of Ame­ri­ca com­pra o Mer­ril Lyn­ch pa­ra evi­tar a fa­lên­cia des­te úl­ti­mo.

16 de Se­tem­bro de 2008

A mai­or se­gu­ra­do­ra mun­di­al, a AIG, é res­ga­ta­da pe­lo

Go­ver­no nor­te-ame­ri­ca­no e pe­la Re­ser­va Fe­de­ral. O Te­sou­ro nor­te-ame­ri­ca­no anun­cia a cri­a­ção do TARP, um fun­do de 700 mil mi­lhões de dó­la­res pa­ra com­prar os ac­ti­vos tó­xi­cos no ba­lan­ço dos ban­cos.

28 de Se­tem­bro de 2008

Ho­lan­da, Bél­gi­ca e Lu­xem­bur­go anun­ci­am que na­ci­o­na­li­za­ram par­ci­al­men­te o ban­co Fortis. Os mi­nis­tros das Fi­nan­ças da UE che­gam a um acor­do de prin­cí­pio pa­ra um pla­no de res­ga­te aos ban­cos em di­fi­cul­da­des.

8 de Ou­tu­bro de 2008

A Re­ser­va Fe­de­ral nor­te-ame­ri­ca­na cor­ta ju­ros pa­ra 1,5%. O Go­ver­no britânico na­ci­o­na­li­za vá­ri­os ban­cos atra­vés de um pa­co­te de res­ga­te de mais de 60 mil mi­lhões de eu­ros des­ti­na­dos a re­ca­pi­ta­li­zar ins­ti­tui­ções co­mo o Royal Bank of Sco­tland e o LLoyds.

15 de Ou­tu­bro de 2008

O BCE desce a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro pa­ra 3,75%.

24 de Ou­tu­bro de 2008

A Is­lân­dia pe­de aju­da ao FMI pa­ra con­se­guir li­dar com o co­lap­so da sua ban­ca.

29 de Ou­tu­bro de 2008

A Re­ser­va Fe­de­ral nor­te-ame­ri­ca­na cor­ta a sua prin­ci­pal ta­xa de ju­ro pa­ra 1%.

2 de Novembro de 2008

O Go­ver­no por­tu­guês na­ci­o­na­li­za o Ban­co Por­tu­guês de Ne­gó­ci­os.

12 de Novembro de 2008

O BCE desce ju­ros pa­ra 3,25%.

25 de Novembro de 2008

A Re­ser­va Fe­de­ral lan­ça o Quan­ti­ta­ti­ve Ea­sing Pro­gram, um pro­gra­ma de com­pra de ac­ti­vos que in­tro­duz li­qui­dez no mer­ca­do.

10 de De­zem­bro de 2008

O BCE desce ju­ros pa­ra 2,5%.

16 de De­zem­bro de 2008

A Re­ser­va Fe­de­ral desce ju­ros pa­ra in­ter­va­lo entre 0% e 0,25%.

15 de Ja­nei­ro de 2009

O Go­ver­no ir­lan­dês na­ci­o­na­li­za to­tal­men­te o An­glo Irish Bank.

21 de Ja­nei­ro de 2009

O BCE vol­ta a des­cer ta­xas de ju­ro, des­ta vez pa­ra 2%.

17 de Fe­ve­rei­ro de 2009

Os EUA lan­çam um pro­gra­ma pa­ra re­lan­çar a eco­no­mia.

11 de Mar­ço de 2009

BCE desce ta­xas de ju­ro pa­ra 1,5%.

8 de Abril de 2009

BCE desce ju­ros pa­ra 1,25%.

13 de Maio de 2009

BCE desce ju­ros pa­ra 1%.

4 de Ou­tu­bro de 2009

Os so­ci­a­lis­tas do PASOK ven­cem as elei­ções le­gis­la­ti­vas gre­gas com mai­o­ria ab­so­lu­ta.

2 de Maio de 2010

A Gré­cia e os paí­ses da zo­na euro che­gam a acor­do pa­ra um pla­no de aju­da ex­ter­na no va­lor de 110 mil mi­lhões de eu­ros, fi­can­do a Gré­cia su­jei­ta a um pro­gra­ma de ajus­ta­men­to É cri­a­do o Fun­do Eu­ro­peu de Es­ta­bi­li­za­ção Fi­nan­cei­ra.

28 de Novembro de 2010

A Ir­lan­da pe­de aju­da ex­ter­na e ne­go­ceia um em­prés­ti­mo de cem mil mi­lhões de eu­ros

23 de Mar­ço de 2011

O Pro­gra­ma de Es­ta­bi­li­da­de e Cres­ci­men­to por­tu­guês, que fi­cou co­nhe­ci­do co­mo PEC IV, é chumbado e o primeiro-mi­nis­tro, Jo­sé Só­cra­tes, de­mi­te-se.

13 de Abril de 2011

O BCE au­men­ta a sua prin­ci­pal ta­xa de re­fe­rên­cia pa­ra 1,5%.

16 de Maio de 2011

Por­tu­gal ne­go­ceia pe­di­do de aju­da e re­ce­be um pa­co­te de 78 mil mi­lhões su­jei­to ao cum­pri­men­to de um pro­gra­ma de ajus­ta­men­to.

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