A his­tó­ria do ovo no “di­to cu­jo” da galinha

Edição Público Porto - - POLÍTICA -

Pe­dro Nu­no San­tos tem sido cli­en­te as­sí­duo da Fes­ta do Avante!, co­mo re­pre­sen­tan­te do Go­ver­no. Es­te ano, além de se pas­se­ar pe­la tasquinha de Be­ja, de­ci­diu ir à fei­ra do li­vro e com­prar um di­ci­o­ná­rio de di­ta­dos e ex­pres­sões po­pu­la­res. Te­rá sido pa­ra me­lhor en­ten­der Je­ró­ni­mo de Sousa? É que lo­go nes­sa tar­de o se­cre­tá­rio-ge­ral do PCP fez uso de di­ta­do pa­ra lhe res­pon­der. Pe­dro Nu­no mos­trou-se con­fi­an­te de que “não há três sem qua­tro”, pe­lo que es­pe­ra a apro­va­ção do quar­to Or­ça­men­to da le­gis­la­tu­ra. Je­ró­ni­mo não se fez ro­ga­do e res­pon­deu-lhe: “É pre­ci­so não con­tar com o ovo no di­to cu­jo da galinha.” O se­cre­tá­rio de Es­ta­do não te­rá pre­ci­sa­do de re­cor­rer ao li­vro pa­ra per­ce­ber a men­sa­gem.

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