Sp. Bra­ga mos­tra a sua for­ça an­tes da re­cep­ção ao Sporting

Os mi­nho­tos es­ti­ve­ram a perder mas de­ram a volta ao mar­ca­dor na partida com o Ton­de­la para a Ta­ça da Liga

Edição Público Porto - - DESPORTO -

Des­de 13 de Ja­nei­ro que o Sporting de Bra­ga não perde um jogo ofi­ci­al no seu estádio. Um re­gis­to que não dei­xa de ser im­pres­si­o­nan­te e que te­rá uma pro­va de fo­go já na pró­xi­ma jornada do cam­pe­o­na­to, qu­an­do os mi­nho­tos re­ce­be­rem o Sporting, num du­e­lo que co­lo­ca­rá, frente a frente, dois dos lí­de­res da Liga. An­tes, foi pre­ci­so jo­gar com o Ton­de­la, para a Ta­ça da Liga, e a partida de on­tem foi um bom tes­te, obri­gan­do os bra­ca­ren­ses a mos­tra­rem a “fi­bra de que são fei­tos”.

Sem as pou­pan­ças ha­bi­tu­ais que as equipas cos­tu­mam fa­zer na Ta­ça da Liga, Sp. Bra­ga e Ton­de­la apre­sen­ta­ram, ba­si­ca­men­te, os seus melhores “on­zes”. As al­te­ra­ções mais vi­sí­veis es­ta­vam nas ba­li­zas, com Ma­ra­fo­na a re­gres­sar após lon­ga pa­ra­gem de­vi­do a le­são na for­ma­ção trei­na­da por Abel Fer­rei­ra e Pedro Silva a es­tre­ar-se na equipa ori­en­ta­da por Pepa.

Sen­do te­o­ri­ca­men­te favorito e com am­bi­ções as­su­mi­das na pro­va — até por­que a final a qu­a­tro da competição se­rá dis­pu­ta­da, pre­ci­sa­men­te em Bra­ga — os mi­nho­tos até co­me­ça­ram bem a partida. Mas um rá­pi­do con­tra-ataque do Ton­de­la, bem con­du­zi­do por Mu­ril­lo e me­lhor fi­na­li­za­do por António Xa­vi­er co­lo­cou os vi­si­tan­tes na frente lo­go aos oito mi­nu­tos, na­que­le que foi o pri­mei­ro go­lo do Ton­de­la em ca­sa do Sp. Bra­ga.

Os mi­nho­tos re­a­gi­ram e in­co­mo­da­ram Pedro Silva, mas foi o Ton­de­la a qua­se di­la­tar a van­ta­gem, com a bola a ir ao ferro da ba­li­za de Ma­ra­fo­na na sequên­cia de um pontapé de can­to já per­to do in­ter­va­lo.

No segundo tem­po, o Sp. Bra­ga vol­tou a en­trar de­ci­di­do a dar a volta ao jogo e um pe­nál­ti co­me­ti­do so­bre Wilson Edu­ar­do (57’) ofe­re­ceu a Dye­go Sou­sa a hi­pó­te­se de re­co­lo­car o mar­ca­dor em­pa­ta­do. O bra­si­lei­ro não des­per­di­çou e o Ton­de­la sen­tiu o go­lo, nunca mais sen­do a mes­ma equipa.

Aper­ce­ben­do-se das fra­gi­li­da­des do seu opo­si­tor, os bra­ca­ren­ses car­re­ga­ram ainda mais e Clau­de­mir viu um re­ma­te seu em­ba­ter nos dois pos­tes da ba­li­za ad­ver­sá­ria, an­tes do lan­ce em que Fá­bio Mar­tins con­su­mou a re­vi­ra­vol­ta (77’).

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