Al­most Lima

56º POR­TU­GAL OPEN

GOLFE - - TEE ONE -

Dim­itrios Pa­padatos an Aus­tralian of Greek ori­gin won the 56th Por­tu­gal Open and three Por­tuguese were among the top ten, the best ever re­sult for Por­tuguese na­tional golf in Euro­pean tour­na­ments. In this tour­na­ment the na­tional play­ers set other records. The Open was played on the Mor­gado do Reguengo (Por­timão) course, in­te­grated into the cal­en­dar of the Euro­pean Chal­lenge Tour and dis­trib­uted 200 thou­sand eu­ros in prizes. It was at­tended by 156 play­ers from 25 na­tion­al­i­ties from four con­ti­nents and the Por­tuguese set a new par­tic­i­pa­tion record field­ing 13 play­ers. The oldest na­tional tour­na­ment was held in good weather, sunny through­out the week, but the wind hin­dered the game and bet­ter re­sults. On the last day there was much an­tic­i­pa­tion and yearn­ing for a Por­tuguese vic­tory, with Filipe Lima in first tied with the Welsh­man Stu­art Man­ley and Pa­padatos one strike be­hind. In the mid­dle of the round Lima and Pa­padatos were both tied in the lead, at 7 un­der par. But a bo­gey by Filipe Lima on 13 left the Aus­tralian alone in the lead. And wait­ing later in the club­house for the per­for­mance of the Por­tuguese on the last three holes. Lima tried to birdie to push the de­ci­sion to a play-off and on 18 at­tacked the flag, but the ball passed the green and he ended up with a bo­gey. Lima fin­ished the first round in 68th place but was mov­ing up (9th on the sec­ond day and tied for the leadafter the third).His only fault on the 13, which re­sulted in a bo­gey, with­drew the pos­si­bil­ity of a play-off and tri­umph. “I thought I had the abil­ity to win the Open to­day, but as I said be­fore, it also takes a bit of luck to win. To­day luck was not on my side. I came with the idea of win­ning,” said Lima in the end.

Oaus­traliano Dim­itrios Pa­padatos, de origem grega, venceu o 56º Open de Por­tu­gal e três por­tugue­ses ficaram en­tre os dez primeiros clas­si­fi­ca­dos, o mel­hor re­sul­tado de sem­pre para o golfe na­cional em torneios profis­sion­ais eu­ropeus. Neste torneio os jo­gadores na­cionais es­ta­b­ele­ce­ram out­ros recordes. O Open dis­putou-se no per­curso do Mor­gado do Reguengo (Por­timão), in­te­grado no cal­endário do Euro­pean Chal­lenge Tour e dis­tribuiu 200 mil eu­ros em prémios. Teve a par­tic­i­pação de 156 jo­gadores de 25 na­cional­i­dades de qua­tro con­ti­nentes e os por­tugue­ses es­ta­b­ele­ce­ram um novo recorde de pre­senças com 13 jo­gadores. O mais antigo torneio na­cional decor­reu com bom tempo, sol du­rante toda a se­m­ana mas o vento a di­fi­cul­tar o jogo e mel­hores re­sul­ta­dos. Na úl­tima volta houve muita ex­pec­ta­tiva e an­si­ava-se por um tri­unfo por­tuguês, com Filipe Lima em primeiro em­patado com o galês Stu­art Man­ley e Pa­padatos a uma pan­cada. A meio da volta Lima e Pa­padatos es­tavam ambos em­pata­dos no co­mando, com 7 abaixo do par. Mas um bo­gey de Filipe Lima no 13 deixou o aus­traliano iso­lado. E es­perou de­pois no club­house pelo de­sem­penho do por­tuguês nos úl­ti­mos três bu­ra­cos. Lima ten­tou o birdie para le­var o tí­tulo ao play-off e no 18 at­a­cou a ban­deira, mas a bola pas­sou o green e acabou com bo­gey. Lima ter­mi­nou a primeira volta en­tre os 68º clas­si­fi­ca­dos mas foi subindo (9º no se­gundo dia e 1º em­patado no ter­ceiro) e só mesmo uma falha no 13, que orig­i­nou o bo­gey, lhe terá re­ti­rado a pos­si­bil­i­dade do play-off e even­tual­mente o tri­unfo. “Pen­sava que tinha ca­paci­dade de gan­har hoje o Open, mas como disse antes é pre­ciso tam­bém um pouco de sorte para gan­har. Hoje a sorte não vi­rou para o meu lado. Eu vinha com a ideia de gan­har”, referiu Lima no fi­nal.

“It is the most im­por­tant win of my ca­reer and a very im­por­tant step in my jour­ney to the Euro­pean Tour,” said Pa­padatos, not­ing that “it would have been a great party for the pub­lic to see Filipe win, but I’m glad it was me.” Pa­padatos, 27, turned pro in 2013 and has now se­cured his first win in Eu­rope af­ter three wins in Aus­tralia. It did not ap­pear in the Or­der of Merit but with the tri­umph at Mor­gado climbed to 9th place. Af­ter the Por­tu­gal Open the Chal­lenge Tour OM in­cludes six Por­tuguese pro­fes­sion­als: Pe­dro Figueiredo (42nd, up 15), Ti­ago Cruz (45th, new), Tomás Silva (88th, 9th), Ri­cardo San­tos (10th, 10th), João Car­lota (126th) . High­lights for the Por­tuguese play­ers: From the 13 that started, seven went on to make the cut, two en­tered the fi­nal round in the ti­tle fight, three were in the “top 10” and the best ama­teur (Vi­tor Lopes) was in 14th place. With the cut at 146, the re­main­ing Por­tuguese in the tour­na­ment were Tomás Melo Gou­veia (148 strokes) Pe­dro Len­cart Silva (ama­teur, 149), Miguel Gas­par (151), Tomás Bessa (153), João Ramos (154) and Ti­ago Ro­drigues (157). The Open has brought to­gether a large part of the new gen­er­a­tion that wants to reach the main cir­cuit (Euro­pean Tour). In the pre­vi­ous edi­tion the English Wal­lace won with 22 un­der par but this year the Mor­gado course was more chal­leng­ing and de­mand­ing. Even so 21 play­ers fin­ished un­der par. “É a vitória mais im­por­tante da minha car­reira e um passo im­por­tan­tís­simo na minha cam­in­hada para o Euro­pean Tour”, disse Pa­padatos, salien­tando que “para o público teria sido uma grande festa ver o Filipe gan­har, mas es­tou fe­liz por ter sido eu”. Pa­padatos, de 27 anos, tornou-se profis­sional em 2013 e obteve agora a sua primeira vitória na Europa, de­pois de três tri­un­fos na Aus­trália. Não con­stava da Or­dem de Mérito mas com o tri­unfo no Mor­gado subiu ao 9º lu­gar. Após o Open de Por­tu­gal a OM do Chal­lenge Tour in­te­gra seis profis­sion­ais por­tugue­ses: Filipe Lima (16º, subiu 98 lu­gares), Pe­dro Figueiredo (42º, subiu 15), Ti­ago Cruz (45º, novo), Tomás Silva (88º, de­sceu 9), Ri­cardo San­tos (108º, de­sceu 10), João Car­lota (126º). O grande destaque foi para os jo­gadores por­tugue­ses. Dos 13 ini­ci­ais, sete pas­saram o “cut” (um recorde), dois en­traram na úl­tima volta na luta pelo tí­tulo, três ficaram no “top 10” e o mel­hor amador (Vi­tor Lopes) fi­cou em 14º lu­gar. Com o cut fix­ado nas 146 pan­cadas, os restantes por­tugue­ses na prova foram Tomás Melo Gou­veia (148 pan­cadas) Pe­dro Len­cart Silva (amador, 149), Miguel Gas­par (151), Tomás Bessa (153), João Ramos (154) e Ti­ago Ro­drigues (157). O Open re­uniu grande parte da nova ger­ação que am­bi­ciona chegar ao cir­cuito principal (Euro­pean Tour). Na an­te­rior edição o in­glês Wal­lace venceu com 22 abaixo do par mas este ano o campo do Mor­gado foi mais de­safi­ante e ex­i­gente. Mesmo as­sim 21 jo­gadores con­cluíram abaixo do par.

The next edi­tion of the Open, also at Mor­gado, may pro­vide some sur­prises. In 2019 Por­timão will be the “Euro­pean City of Sports” and in the de­liv­ery of prizes to the Mayor Isilda Gomes said that “there may be more sup­port for the Por­tuguese Open for next year.” The Pres­i­dent of the NAU Ho­tels & Re­sort Group, Mário Fer­reira, makes a “very pos­i­tive bal­ance,” af­ter the many com­pli­ments to the field and says that “the ic­ing on the cake was miss­ing, which would be to hand the cham­pi­onship tro­phy to a Por­tuguese player, which was about to hap­pen.” And af­ter not be­ing able to get sup­port this year to put the Open on an­other level of im­por­tance, Mário Fer­reira leaves no doubt: “we will con­tinue to try to raise these sup­ports for next year and soon we will see if it will be a Chal­lenge, a dual rank­ing or a full Euro­pean Tour event.”. A próx­ima edição do Open, tam­bém no Mor­gado, poderá pro­por­cionar al­gu­mas sur­pre­sas. Em 2019 Por­timão será a “Ci­dade Eu­ropeia do De­s­porto” e na en­trega dos prémios a autarca Isilda Gomes referiu que “pode ser que para o ano haja mais apoio para o Open de Por­tu­gal”. O Pres­i­dente do Grupo NAU Ho­tels & Re­sort, Mário Fer­reira, faz um “bal­anço muito pos­i­tivo”, de­pois dos muitos el­o­gios ao campo e diz que “fal­tou a cereja no topo do bolo, que se­ria en­tre­gar o troféu de campeão a um jo­gador por­tuguês, que esteve prestes a acon­te­cer”. E de­pois de não ter con­seguido obter este ano os apoios para colo­car o Open noutro pata­mar de im­portân­cia, Mário Fer­reira não deixa dúvi­das: “va­mos con­tin­uar a ten­tar an­gariar esses apoios no próx­imo ano e logo ver­e­mos se será um Chal­lenge, um dual rank­ing ou um full Euro­pean Tour”.

Ví­tor Lopes

Newspapers in English

Newspapers from Portugal

© PressReader. All rights reserved.