Madeira All Year

An Amaz­ing Is­land

GOLFE - - TEE ONE -

The apoth­e­o­sis way that Madeira wel­comes the New Year, ev­ery year, re­veals the en­thu­si­asm with which Madeirans cel­e­brates life. The At­lantic ar­chi­pel­ago holds in its green moun­tains and deep val­leys 600 years of his­tory, and makes a point of cel­e­brat­ing them through­out ev­ery month with fes­ti­vals and events for all tastes and purses. From the trop­i­cal rhythms of Car­ni­val, to the fra­grant fresh­ness of the Flower Fes­ti­val. From the colour­ful mu­si­cal of the At­lantic Fes­ti­val to the warm sum­mer days. From the Wine Fes­ti­val, where wine named af­ter the is­land is cel­e­brated around the world, at Christ­mas and on New Year’s Eve. The year ends as it be­gan: in cel­e­bra­tion. It is dif­fi­cult to find a time of the year or a month that did not have an added rea­son to visit this Por­tuguese ar­chi­pel­ago, which is at the dis­tance of about three hours from the main Eu­ro­pean cap­i­tals. There­fore, the slo­gan from the tourism au­thor­i­ties - Madeira All Year - makes per­fect sense. Let’s start at the be­gin­ning of this Madeira All Year. With the Madeira Car­ni­val, which will take place be­tween the end of Feb­ru­ary (26th) and the be­gin­ning of March (10). In Europe, it is not easy to find a street party of this size. The high­lights of the event are the main pa­rade, where the car­ni­val groups are adorned with vi­brant and colour­ful cos­tumes to cover the main streets of Fun­chal and, a few days later, on Tues­day, the Tra­pal­hão pa­rade. Ev­ery­one can par­tic­i­pate. Just a dis­guise and a dose of good fun is re­quired. The Flower Fes­ti­val fills the whole month of May (2 to 26) and mo­ti­vates sev­eral rea­sons of in­ter­est. The Wall of Hope (Muro da Esper­ança), built with flow­ers by chil­dren, in the name of a bet­ter world. The pro­ces­sion of the Flower Fes-

Amaneira apoteótica como a Madeira dá as boas-vin­das, to­dos os anos, a cada ano, rev­ela bem o en­tu­si­asmo com que os madeirenses cel­e­bram a vida. O ar­quipélago Atlân­tico guarda nas suas mon­tan­has verdes e vales pro­fun­dos 600 anos de história, e faz questão de os fes­te­jar ao longo de to­dos os meses com fes­tas e fes­ti­vais para to­dos os gos­tos e bol­sas. Dos rit­mos trop­i­cais do Car­naval, à fres­cura per­fumada da Festa da Flor. Do col­orido mu­si­cal do Fes­ti­val do Atlân­tico, aos dias cáli­dos de Verão. Da Festa das Vindi­mas, onde se cel­e­bra o vinho que leva o nome da ilha pelo mundo, ao Na­tal e pas­sagem de ano. O ano acaba como começou: em festa. É difí­cil en­con­trar uma época do ano ou um mês que não tinha um mo­tivo acrescido para vis­i­tar este ar­quipélago por­tuguês, que está à dis­tân­cia de cerca de três ho­ras das prin­ci­pais cap­i­tais eu­ropeias. Por isso, o slo­gan das au­tori­dades de Tur­ismo – Madeira All Year – faz todo o sen­tido. Come­ce­mos en­tão pelo in­í­cio deste Madeira All Year. Pelo Car­naval da Madeira, que no próx­imo ano decorre en­tre o fi­nal de Fevereiro (dia 26) e o in­í­cio de Março (10). Na Europa, não é fá­cil en­con­trar uma festa de rua desta di­men­são. Os pon­tos al­tos do evento são o cortejo prin­ci­pal, onde as tru­pes se en­galam com fan­tasias vi­brantes e col­ori­das para per­cor­rer as prin­ci­pais artérias do Fun­chal e, dias de­pois, na terça-feira, o Cortejo Tra­pal­hão. To­dos po­dem par­tic­i­par. Basta um dis­farce e uma dose de boa dis­posição. A Festa da Flor enche todo o mês de Maio (2 a 26) e mo­tiva vários mo­tivos de in­ter­esse. O Muro da Esper­ança, con­struído com flores pelas cri­anças, em nome de um

tival that per­fumes the main streets of the Madeiran cap­i­tal with floats dec­o­rated with nat­u­ral flow­ers and hun­dreds of ex­tras of all ages. The Madeira Auto Pa­rade that runs along Avenida del Mar, the seafront that crosses the city, and the ho­tel zone. There are hun­dreds of clas­sic cars, which lend a dif­fer­ent color to the city. June, in what has been con­sid­ered suc­ces­sively by the World Travel Awards as the Best In­su­lar Des­ti­na­tion in the World, is filled by the At­lantic Fes­ti­val. An an­nual event di­vided by the Madeira Mu­sic Fes­ti­val and the In­ter­na­tional Fire­work Com­pe­ti­tion. Ev­ery Satur­day, the bay of Fun­chal is filled with colour and mu­sic for py­ro­mu­si­cal shows. The mu­sic fes­ti­val crosses the whole is­land: Palace of São Lourenço, Mu­nic­i­pal Theater Bal­tazar Dias, churches and the Mu­das Mu­seum of Con­tem­po­rary Art. From July toSeptem­ber is va­ca­tion time in Madeira. This time brings many Madeiran peo­ple to the neigh­bour­ing is­land, Porto Santo, look­ing for a place in the sun on the ex­ten­sive golden sand where Christo­pher Colum­bus lived for many years. On the cal­en­dar of the is­land that never rests, but where we rest so well , fol­lows the Madeira Wine Fes­ti­val from the end of Au­gust to the be­gin­ning of Septem­ber, at the time of har­vest, and in hon­our of the so­cial and eco­nomic im­por­tance of Madeira Wine to the is­land, the old tra­di­tions of pick­ing and tread­ing on the grapes are re­con­sti­tuted. Also in Septem­ber, but in Porto Santo, the Colum­bus Fes­ti­val takes place that is based on the his­tor­i­cal recre­ation of the time when the dis­cov­erer of the ‘Americas’ lived on that is­land. It be­gins with the ar­rival of Christo­pher Colum­bus on the beach of Porto Santo, and con­tin­ues for three days with a six­teenth cen­tury mar­ket , the­atrics and pa­rades. Ad­vanc­ing in the cal­en­dar, to the month of Oc­to­ber, we find the Fes­ti­val of Na­ture. The cel­e­bra­tion of the ex­ten­sive and rich nat­u­ral her­itage of the is­land. More than 20% of Madeira is cov­ered by Lau­ris­silva for­est, an an­cient for­est that in­te­grates the Eu­ro­pean re­serves net­work. This fes­ti­val pro­motes and en­cour­ages direct con­tact with na­ture, with a diver­si­fied pro­gram and for all ages: hik­ing, canyon­ing, swim­ming in the ocean, climb­ing, surf­ing, moun­taineer­ing and mtb. Then we have De­cem­ber, with the Christ­mas and New Year cel­e­bra­tions start­ing at the be­gin­ning of the month. The main streets of Fun­chal are dec­o­rated in pre­cept with lots of lights and colour . There is mu­sic, gas­tron­omy and lots of en­ter­tain­ment down­town, which ends on De­cem­ber 23rd, the night when prac­ti­cally the whole of Madeira con­verges at the Mer­cado dos Lavradores (the city mar­ket) area in Fun­chal. The New Year’s Eve is cel­e­brated all over the is­land, in ho­tels, restau­rants, bars and even on the streets, and at mid­night all eyes point to the sky for spec­tac­u­lar fire­works dis­play that il­lu­mi­nate the night sky in Fun­chal. The nat­u­ral beauty of an is­land that of­fers, ‘all year’ a di­ver­sity of nat­u­ral, gas­tro­nomic and leisure at­trac­tions. Al­ways at mild tem­per­a­tures, be it sum­mer, or win­ter. Al­ways with a qual­ity of ser­vice that only Madeira, one of the old­est tourist des­ti­na­tions in the world, knows how to of­fer. mundo mel­hor. O cortejo da Festa da Flor que per­fuma as prin­ci­pais ruas da cap­i­tal madeirense com car­ros alegóri­cos dec­o­ra­dos com flores nat­u­rais e cen­te­nas de fig­u­rantes de to­das as idades. O Madeira Auto Pa­rade que per­corre a Avenida do Mar, a mar­ginal que atrav­essa a cidade, e a zona hoteleira. São cen­te­nas de au­tomóveis clás­si­cos, que em­prestam um col­orido difer­ente à cidade. Junho, naquele que tem sido con­sid­er­ada su­ces­si­va­mente pe­los World Travel Awards como o Mel­hor Destino In­su­lar do Mundo, é preenchido pelo Fes­ti­val do Atlân­tico. Um evento an­ual di­vi­dido pelo Fes­ti­val de Música da Madeira e pelo Con­curso In­ter­na­cional de Fogo-de-Ar­tifí­cio. To­dos os sába­dos, a baía do Fun­chal enche-se de cor e de música para os es­pec­tácu­los pirotéc­ni­cos. Já a música, per­corre toda a ilha: Palá­cio de São Lourenço, Teatro Mu­nic­i­pal Bal­tazar Dias, igre­jas e o Mu­das Museu de Arte Con­tem­porânea. De julho, a setem­bro é tempo de férias na Madeira. Esta época leva muitos madeirenses à ilha viz­inha, o Porto Santo, à procura de um lu­gar ao sol no ex­tenso areal dourado onde Cristóvão Colombo viveu lar­gos anos. No cal­endário da ilha que nunca des­cansa, mas onde tão bem se des­cansa, segue-se a Festa do Vinho Madeira. Fi­nal de Agosto e princí­pio de setem­bro, por al­tura das vindi­mas, e numa hom­e­nagem à im­portân­cia so­cial e económica do Vinho Madeira para a ilha, são re­con­sti­tuí­das as anti­gas tradições da apanha e pisa da uva. Tam­bém em Setem­bro, mas no Porto Santo, decorre o Fes­ti­val Colombo que as­senta na re­cri­ação histórica da época em que o de­sco­bri­dor das ‘améri­cas’ viveu naquela ilha. Começa com o de­sem­bar­que de Cristóvão Colombo na praia do Porto Santo, e pro­longa-se por três dias com um mer­cado quin­hen­tis­tas, teatral­iza­ções e des­files. Avançando no cal­endário, para o mês de ou­tubro, en­con­tramos o Fes­ti­val da Na­tureza. A cel­e­bração do ex­tenso e rico património nat­u­ral da ilha. Mais de 20% da Madeira é coberta por flo­resta Lau­ris­silva, uma flo­resta mile­nar que in­te­gra a rede reser­vas eu­ropeias. Este fes­ti­val pro­move e in­cen­tivo o con­tacto com ela, com um pro­grama di­ver­si­fi­cado e para to­das as idades: cam­in­hadas, canyon­ing, nadar no oceano, a es­cal­ada, surf, mon­tan­hismo e btt. De­pois temos Dezem­bro, com os fes­te­jos de Na­tal e Ano Novo a começarem logo no in­í­cio do mês. As prin­ci­pais ruas do Fun­chal são dec­o­radas a pre­ceito com muita luz e cor. Há música, gas­trono­mia e muita an­i­mação na baixa, que cul­mina a 23 de Dezem­bro, noite em que prati­ca­mente toda a Madeira con­verge para a zona do Mer­cado dos Lavradores, no Fun­chal. A Pas­sagem de Ano é cel­e­brada por toda a ilha, em hotéis, restau­rantes, bares e até nas ruas, e à meia-noite, to­dos os ol­hos apon­tam o céu para es­petac­u­lar fogo-de-ar­tifí­cio que ilu­mina a noite do Fun­chal. A beleza nat­u­ral de uma ilha que ofer­ece, ‘all year’ uma di­ver­si­dade de atracções nat­u­rais, gas­tronómi­cas e de lazer. Sem­pre a tem­per­at­uras ame­nas, seja Verão, seja In­verno. Sem­pre com qual­i­dade de serviço que só a Madeira, um dos des­ti­nos turís­ti­cos mais anti­gos do mundo, sabe ofer­e­cer.

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