A HO­RA DO COCK­TAIL

GQ (Portugal) - - In & Out Bebidas - Por Di­e­go Ar­més.

O ve­rão pe­de fres­cu­ra e a fres­cu­ra po­de vir num co­po – num co­po de cock­tail, se pos­sí­vel. Lis­boa re­ce­beu, em maio, o Lis­bon Bar Show, que aju­dou a di­vul­gar idei­as e apre­sen­tar mis­tu­ras, al­gu­mas de­las in­vul­ga­res. Es­co­lhe­mos al­gu­mas pa­ra as­si­na­lar a en­tra­da na es­ta­ção do ca­lor.

Bar­ra­cas e bal­cões, me­sas de pé al­to, música tam­bém al­ta, cen­te­nas de pes­so­as a cir­cu­lar de co­po na mão – há co­pos pa­ra to­dos os gos­tos: al­tos, ba­lões, fras­cos, ca­ne­cas e até, ima­gi­ne-se, co­pos de cock­tail. Es­te é um re­su­mo pos­sí­vel do am­bi­en­te vi­vi­do no Con­ven­to do Be­a­to du­ran­te o Lis­bon Bar Show, que de­cor­reu nos di­as 14 e 15 de maio e que trou­xe à ca­pi­tal por­tu­gue­sa al­guns pro­e­mi­nen­tes mas­ter-mi­xers, por exem­plo – é as­sim que se de­sig­nam as pes­so­as que, com apu­ra­da téc­ni­ca e in­ven­ti­vi­da­de q.b., en­sai­am, exe­cu­tam e de­mons­tram os re­sul­ta­dos das mis­tu­ras com be­bi­das que nos en­can­tam com as su­as co­res, a sua apre­sen­ta­ção e os seus sa­bo­res (que tan­tas e tan­tas ve­zes obli­te­ram a pre­sen­ça de ál­co­ol, pe­lo que se acon­se­lha cau­te­la e mo­de­ra­ção na ho­ra de as ex­pe­ri­men­tar).

Apro­vei­tá­mos a oca­sião pa­ra to­mar al­gu­mas no­tas so­bre cock­tails, que dei­xa­mos co­mo su­ges­tões pa­ra o ve­rão que se avi­zi­nha. São ape­nas dois exem­plos en­tre as cen­te­nas, qui­çá mi­lha­res, que es­ti­ve­ram li­te­ral­men­te em exi­bi­ção em me­a­dos de maio, no Con­ven­to do Be­a­to. Acres­cen­tá­mos ain­da um ter­cei­ro, que tem raí­zes mui­to por­tu­gue­sas e um twist sur­pre­en­den­te (su­ges­tão de con­su­mo: be­ba com mui­ta par­ci­mó­nia).

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