MOR­TE CEREBRAL

( BRAIN­DE­AD) PE­TER JACK­SON, 1992

GQ (Portugal) - - Culto -

Em 1992, A Ir­man­da­de do Anel, o Gol­lum e a pró­pria Ter­ra Mé­dia não ti­nham saí­do dos li­vros de J. R. R. Tol­ki­en para o ci­ne­ma por­que, na al­tu­ra em que Pe­ter Jack­son re­a­li­zou Brain­de­ad, ain­da só os ne­o­ze­lan­de­ses o co­nhe­ci­am. Ago­ra, à dis­tân­cia, é ex­tra­or­di­ná­rio cons­ta­tar que se tra­ta da mes­ma pes­soa a re­a­li­zar os fil­mes da sa­ga O Se­nhor dos Anéis e es­te bi­zar­ro, es­tra­nho e de­li­ci­o­so Mor­te Cerebral. Es­ta é a his­tó­ria de Li­o­nel, que vi­ve com a mãe nu­ma man­são. Li­o­nel co­me­ça a na­mo­rar uma miú­da cha­ma­da Pa­qui­ta que, por ma­ni­fes­to azar, é mor­di­da por um ma­ca­co-ra­to rai­vo­so, uma es­pé­cie que não está em vi­as de ex­tin­ção por­que nun­ca exis­tiu se­quer. Acon­te­ce que o ma­ca­co-ra­to rai­vo­so pas­sa zom­bis­mo às pes­so­as e Pa­qui­ta vai vi­ver para a man­são. O res­to é a his­tó­ria do cos­tu­me.

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