A in­ter­net é um lo­cal pe­ri­go­so. Pe­de-se re­gu­la­ção

Jornal de Negócios - - PRIMEIRA LINHA -

O ti­ro ao Fa­ce­bo­ok foi fei­to, de for­ma fir­me, por Ch­ris­topher Wy­lie, ex-di­rec­tor da Cam­brid­ge Analy­ti­ca, que de­nun­ci­ou a uti­li­za­ção por par­te des­ta en­ti­da­de de da­dos pes­so­ais de uti­li­za­do­res do Fa­ce­bo­ok pa­ra fins po­lí­ti­cos. “O Fa­ce­bo­ok tem tan­to po­der ao seu dis­por, que es­tão a fa­zer um clo­ne di­gi­tal da nos­sa so­ci­e­da­de”. Foi um dos que no pal­co do Web Sum­mit pe­diu re- gu­la­ção e até um có­di­go de éti­ca pa­ra os en­ge­nhei­ros e pa­ra quem tra­ba­lha tec­no­lo­gia. “Por­que não po­de­mos re­gu­lar o có­di­go? (...) Pre­ci­sa­mos de re­gras”. Não foi o úni­co a pe­dir re­gu­la­ção. Tam­bém o di­rec­tor in­for­má­ti­co do par­ti­do de­mo­cra­ta nor­te-ame­ri­ca­no, Raf­fi Kri­ko­ri­an, pe­diu “re­gu­la­ção in­te­li­gen­te”, até por­que “a in­ter­net, nes­te mo­men­to, é um lu­gar mui­to pe­ri­go­so”.

CH­RIS WY­LIE Ex-di­rec­tor da Cam­brid­ge Analy­ti­ca

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