Os lí­de­res par­ti­dá­ri­os são co­mo “uma es­pé­cie de di­rec­tor co­mer­ci­al.”

Jornal de Negócios - - PRIMEIRA LINHA -

O QUE DI­RIA RUI RIO A RUI RIO?

Rui Rio, pre­si­den­te do PSD, tem to­da a ra­zão. Não, não é iro­nia. Os lí­de­res par­ti­dá­ri­os, nes­tes tem­pos de ava­li­a­ções ins­tan­tâ­ne­as, são mes­mo “uma es­pé­cie de di­rec­tor co­mer­ci­al” cu­jo des­ti­no é a subs­ti­tui­ção qu­an­do “não con­se­guem ven­der o pro­du­to com su­ces­so”. Aqui re­si­de o bu­sí­lis. No pe­río­do que me­di­ou a sua saí­da da Câ­ma­ra do Por­to e a che­ga­da à pre­si­dên­cia do PSD, Rui Rio foi con­sul­tor na mul­ti­na­ci­o­nal de re­cru­ta­men­to de re­cur­sos hu­ma­nos, a Boy­den Por­tu­gal, e na Ne­ves de Al­mei­da, HR Con­sul­ting. Ora, a per­gun­ta ine­vi­tá­vel é es­ta: pe­ran­te a má per­for­man­ce do PSD que se re­flec­te nas son­da­gens, o que acon­se­lha­ria Rui Rio, con­sul­tor de re­cur­sos hu­ma­nos, a Rui Rio, pre­si­den­te do par­ti­do?

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