JOI­AS AO AL­CAN­CE DE TO­DOS

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POR­TO A mar­ca por­tu­gue­sa de jo­a­lha­ria Mesh abriu uma lo­ja no Lar­go de São Do­min­gos, com mais es­pa­ço pa­ra ex­por as su­as pe­ças de as­pe­to de­li­ca­do e mi­ni­ma­lis­ta, de pra­ta re­ci­cla­da. TEX­TO DE CA­RI­NA FON­SE­CA

AMesh nas­ceu qua­se por brin­ca­dei­ra, em 2015, pe­la mão do ca­sal Ma­fal­da Vi­dal Pi­nhei­ro e Ti­a­go Bar­bo­sa, re­cor­da ele, que vem de uma fa­mí­lia li­ga­da à ou­ri­ve­sa­ria. É em Gon­do­mar que são pro­du­zi­dos os co­la­res, pul­sei­ras, brin­cos e anéis de pra­ta re­ci­cla­da des­ta mar­ca de jo­a­lha­ria, nos tons pra­te­a­do, dou­ra­do ou ro­sa. O ba­nho de cor é ao gos­to do cli­en­te, pois há mar­gem pa­ra a per­so­na­li­za­ção, nes­se e nou­tros as­pe­tos.

As joi­as, delicadas e mi­ni­ma­lis­tas, po­dem ter pe­dras co­lo­ri­das, pé­ro­las de di­fe­ren­tes for­ma­tos, mo­ti­vos ét­ni­cos, cru­zes, mo­e­das, man­da­las, bu­das, flo­res, fo­lhas.

Co­me­ça­ram por ser ven­di­das em mer­ca­dos, mas ho­je so­bres­sa­em, or­de­na­das por es­ti­los e co­res, em vi­tri­nas e ga­ve­tas de du­as lo­jas no Por­to. A pri­mei­ra ar­ran­cou em fe­ve­rei­ro de 2017, na Rua de Ra­ma­lho Or­ti­gão, per­to da Ave­ni­da dos Ali­a­dos, e a se­gun­da abriu em ou­tu­bro pas­sa­do, no Lar­go de São Do­min­gos.

O no­vo es­pa­ço per­mi­te ter mais ar­ti­gos em ex­po­si­ção e ain­da aco­lhe os es­cri­tó­ri­os da mar­ca. O ob­je­ti­vo é ter uma re­de de lo­jas pró­pri­as, abrir mais es­pa­ços nou­tras ci­da­des, num mo­vi­men­to de nor­te pa­ra sul, adi­an­ta Ti­a­go, lem­bran­do que o no­me Mesh foi es­co­lhi­do por­que, além de de­sig­nar um ti­po de ma­lha de ou­ri­ve­sa­ria, é di­to da mes­ma ma­nei­ra em di­fe­ren­tes lín­guas.

A lo­ja do Lar­go de São Do­min­gos es­tá nu­ma zo­na tu­rís­ti­ca, e as joi­as têm um cer­to ca­riz uni­ver- sal, por is­so não ad­mi­ra que mui­tos cli­en­tes se­jam de ou­tros paí­ses.

As joi­as cus­tam, na mai­o­ria, en­tre 15 e 30 eu­ros (e man­ter o pre­ço aces­sí­vel é um dos prin­cí­pi­os) e es­tão à ven­da num ce­ná­rio lim­po de ruí­do, com um am­bi­en­te cui­da­do, mas con­vi­da­ti­vo, fei­to de tons cla­ros e plan­tas, sem o pe­so que ha­bi­tu­al­men­te se atribui a uma ou­ri­ve­sa­ria tra­di­ci­o­nal. Por al­gu­ma ra­zão atrai gen­te de to­das as ida­des, in­cluin­do ado­les­cen­tes. E a ca­da se­ma­na sur­gem no­vi­da­des, re­no­van­do os mo­ti­vos pa­ra en­trar. l

PE­ÇAS DELICADAS As joi­as da Mesh são pro­du­zi­das em Gon­do­mar, em tons de pra­te­a­do, dou­ra­do ou ro­sa.

BA­NHOS E CONSERTOS NO MO­MEN­TO DA COM­PRA, O CLI­EN­TE DA MESH RE­CE­BE CON­SE­LHOS PA­RA UMA BOA MA­NU­TEN­ÇÃO DAS JOI­AS, MAS A MAR­CA TAM­BÉM LHES DÁ NO­VOS BA­NHOS DE COR, SE NE­CES­SÁ­RIO, E EFETUA CONSERTOS.

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