SACOS PINTADOS COM AS CO­RES DO CA­LOR

Os de­ta­lhes dão um to­que es­pe­ci­al e os ma­te­ri­ais ga­nham bri­lho quan­do o sol che­ga. A pa­lha não sai de mo­da nes­tas ma­las que fo­ram fei­tas pa­ra ir a to­do o la­do. E pa­ra qual­quer oca­sião.

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Têm vá­ri­os for­ma­tos e fei­ti­os. Mai­o­res ou mais pe­que­nos. Com ou sem al­ças. Pa­ra le­var ao om­bro ou de­bai­xo do bra­ço. A ti­ra­co­lo ou na mão. Ora com pa­drões dis­cre­tos, ora com de­se­nhos que pri­mam pe­la ou­sa­dia por­que que­rem cha­mar a aten­ção, pois en­tão. Afi­nal, es­ta­mos no ve­rão.

Há coi­sas que não mu­dam. A pa­lha, a ver­ga, os te­ci­dos ou a rá­fia con­ti­nu­am lí­de­res su­pre­mos nos ma­te­ri­ais es­co­lhi­dos pa­ra os sacos que acom­pa­nham os di­as e as noi­tes da es­ta­ção mais quen­te do ano. As ma­té­ri­as-pri­mas do pas­sa­do es­tão de vol­ta e as téc­ni­cas ar­te­sa­nais não são ar­ru­ma­das a um can­to. A ima­gi­na­ção en­tra na par­te dos por­me­no­res. Com ou sem ris­cas. Com ou sem ber­lo­ques. Com ou sem fran­jas. Com ou sem fi­tas. Com ou sem bri­lhan­tes. Mais só­bri­os ou mais ar­ro­ja­dos. A lem­brar o que­ri­do mês de agos­to, co­mo con­vém. Há os que se as­se­me­lham a ces­tas de ver­ga dos pi­que­ni­ques de in­fân­cia, há

os que são cons­truí­dos com fi­os que se cru­zam e cru­zam ve­zes sem con­ta e se en­tre­la­çam. Com nós e sem nós. Há sacos mais rí­gi­dos ou mais ma­leá­veis. Es­tam­pa­dos ou de uma só cor. Tra­ba­lha­dos com cro­ché. Há os mais so­fis­ti­ca­dos e os mais des­con­traí­dos. Pa­ra to­dos os gos­tos.

Os mo­de­los as­su­mem no­vos for­ma­tos, ora re­don­dos, ora qua­dra­dos, ora re­tan­gu­la­res, man­ten­do a mis­são de sem­pre.

To­dos di­fe­ren­tes, mas, lá no fun­do, bem lá no fun­do, to­dos iguais na fun­ção. Os sacos de ve­rão exis­tem pa­ra trans­por­tar ob­je­tos. De to­do o gé­ne­ro. Se­ja pa­ra a praia, pa­ra o ca­fé, pa­ra o res­tau­ran­te, pa­ra uma noi­te de di­ver­são. Com es­ti­lo. Pa­ra on­de for.

São aces­só­ri­os, sim, mas não é por is­so que dei­xam de ter clas­se. Os sacos de ve­rão aí es­tão. É uma ques­tão de es­ti­lo e de ma­te­ri­ais tam­bém. E a ofer­ta é di­ver­si­fi­ca­da. ●m

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