Jornal de Notícias

Messi gera 700 milhões de lucro ao PSG

Contrataçã­o do astro argentino fez subir o interesse de patrocinad­ores e fez disparar a venda de camisolas

- Rui Farinha rui.farinha@jn.pt

INTERNACIO­NAL A contrataçã­o de Lionel Messi gerou lucros de 700 milhões de euros ao Paris Saint-Germain, na última temporada. A informação foi partilhada por Marc Armstrong, diretor de marketing do clube, ao jornal espanhol “Marca”. “Tínhamos contratos no valor de três a cinco milhões de euros e agora variam entre os cinco e os oito milhões, o que é um impacto consideráv­el”, realçou. O clube francês angariou dez novos patrocinad­ores e a receita, na área de negócios, subiu cerca de 15%.

Também na venda de camisolas se verificou um cresciment­o consideráv­el, com uma subida entre os 30% e os 40% e uma faturação de 41 milhões de euros. “Quando acontece uma transferên­cia desta magnitude, como a de Cristiano Ronaldo para o Manchester United, por exemplo, pode-se pensar que os jogadores serão pagos com a venda de camisolas, mas isso não é verdade. Não conseguimo­s atender a toda à procura, tocámos no teto. No entanto, estamos a vender a uma grande escala, mais do que qualquer outro clube”, afirmou, Armstrong.

Messi foi responsáve­l por mais de metade do total de vendas numa equipa que conta com muitas vedetas, casos de Sergio Ramos, Neymar, Mbappé e Icardi.

O impacto foi também sentido nas redes sociais. O PSG conquistou 15 novos milhões de seguidores, chegando no total aos 150 milhões. Um número astronómic­o para um clube que ganhou uma nova dimensão após a chegada de Nasser al Khelaifi à presidênci­a, em 2011. Recentemen­te, o clube renovou contrato com Mbappé que só pelo prémio de assinatura recebeu 300 milhões de euros. O salário anual é de 56 milhões.

LÍDER ABSOLVIDO

Entretanto, Khelaifi voltou ontem a ser absolvido de crimes de corrupção relacionad­os com direitos televisivo­s por um tribunal da Suíça. Natural do Catar, o dirigente, de 48 anos, foi acusado de ter participad­o, de forma ilegal, na distribuiç­ão dos direitos do Mundial de 2026 e de 2030.

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