6. ATAMOS TU­DO O QUE SE ME­XA SO­BRE OS OM­BROS

Máxima - - Feira Das Vaidades -

Camisolas, ca­sa­cos de pe­nas (sim, é pos­sí­vel gra­ças aos mo­de­los que in­te­gram uma échar­pe), ca­pas fal­sas… Ado­ra­mos em­bru­lhar-nos sem nos sen­tir­mos pre­sas, num es­pí­ri­to do gé­ne­ro “Frio, eu?! Nem pen­sar!”. Es­ta alu­são ao aque­ci­men­to cli­má­ti­co é bem-vin­da. O In­ver­no pas­sa­do tam­bém le­vou as fashi­o­nis­tas a usa­rem des­con­trai­da­men­te os seus ca­sa­cos so­bre os om­bros. Co­mo é mais prá­ti­co que o ca­sa­co te­nha ca­ra­pu­ço, é per­fei­ta­men­te acei­tá­vel con­ti­nu­ar a usá-lo. Ou, pe­lo me­nos, usá-lo aberto, so­bre­tu­do se for XXL e até aos pés. Quan­to aos bla­zers, en­ro­le as man­gas e ria-se do frio, co­mo Ca­ro­li­ne de Mai­gret, que tam­bém ar­re­ga­ça as su­as.

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