A PRO­DU­ÇÃO FAL­CO­NE­RI EM CIN­CO PAS­SOS

Máxima - - Moda Em Notícia -

A Fal­co­ne­ri foi ad­qui­ri­da pe­lo Gru­po Cal­ze­do­nia, em 2009, e des­de há oi­to anos que a mar­ca es­tá se­di­a­da no quar­tel-ge­ne­ral em Avio, na re­gião de Tren­ti­no, on­de tra­ba­lham cer­ca de 300 pes­so­as. A Má­xi­ma vi­si­tou o es­pa­ço on­de tu­do acon­te­ce, co­me­çan­do no ga­bi­ne­te dos de­sig­ners e aca­ban­do na fá­bri­ca on­de são fei­tas as pe­ças de ma­lha que ve­re­mos em bre­ve nas lo­jas.

1 É no es­cri­tó­rio dos de­sig­ners que as pri­mei­ras pe­ças co­me­çam a ser de­se­nha­das. Na sa­la de pro­tó­ti­pos, as pe­ças são apre­sen­ta­das a San­dro Ve­ro­ne­si (pre­si­den­te do Gru­po Cal­ze­do­nia) e a um co­mi­té que de­ci­de o que avan­ça pa­ra pro­du­ção.

2 De­pois de es­co­lhi­dos os mo­de­los e as co­res fa­zem-se as en­co­men­das do ma­te­ri­al. A ma­té­ria-es­tre­la da Fal­co­ne­ri é a ca­xe­mi­ra e pa­ra a pró­xi­ma es­ta­ção fo­ram en­co­men­da­dos mi­lha­res de qui­los des­te ma­te­ri­al.

3 O con­tro­lo de qua­li­da­de da Fal­co­ne­ri co­me­ça nas ma­té­ri­as-pri­mas. O pri­mei­ro tes­te é o pe­e­ling e de­pois são usa­das vá­ri­as téc­ni­cas pa­ra tes­tar a qua­li­da­de. Um qui­lo de ca­xe­mi­ra cus­ta, apro­xi­ma­da­men­te, 140 dó­la­res (an­tes do tra­ta­men­to). Ac­tu­al­men­te, a mar­ca com­pra a ca­xe­mi­ra à Chi­na e à Mon­gó­lia, por­que é a que tem mais qua­li­da­de.

4 As co­res de­ci­di­das no iní­cio da pre­pa­ra­ção da co­lec­ção são apli­ca­das di­rec­ta­men­te no fio com que se­rão fei­tas as pe­ças. Quan­do uma no­va cor en­tra pa­ra a paleta da co­lec­ção no de­cor­rer da pro­du­ção, as pe­ças que es­tão fei­tas em cor crua são tin­gi­das com a no­va cor.

5 A pro­du­ção das pe­ças acon­te­ce na sa­la das má­qui­nas que se di­vi­dem em dois ti­pos: as má­qui­nas que fa­zem “tú­neis” de ma­lha que se­rão de­pois co­si­dos pa­ra mon­tar as pe­ças e as má­qui­nas que fa­zem pe­ças in­tei­ras. Em 2014, a Fal­co­ne­ri in­tro­du­ziu na sua pro­du­ção a tec­no­lo­gia Shi­ma Who­le Gar­ment que per­mi­te fa­zer uma pe­ça na to­ta­li­da­de sem cos­tu­ras. O con­tro­lo de qua­li­da­de de to­das as pe­ças que sa­em das má­qui­nas é fei­to ma­nu­al­men­te por fun­ci­o­ná­ri­as.

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