O Jogo

Alma imensa do Leverkusen

Reviravolt­a nos últimos minutos deixa os farmacêuti­cos cada vez mais perto de um título inédito

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Andrich (88’) e Schick (90’+1’) fizeram os golos no triunfo por 2-1 sobre o Hoffenheim. Uma vitória que deixou o Bayer com uma liderança de 13 pontos a sete jornadas do final da Bundesliga.

ANTÓNIO PIRES

O Bayer Leverkusen já pode começar a encomendar as faixas de campeão alemão que nunca conseguiu envergar. Depois da jornada de ontem, a equipa comandada por Xabi Alonso vai abordar as últimas sete jornadas com uma vantagem de 13 pontos e seria impensável que deixasse fugir tal vantagem, até porque, refira-se, ainda não perdeu esta época nos 39 desafios disputados (27 na Bundesliga) em todas as competiçõe­s.

Ontem, a invencibil­idade do Leverkusen esteve seriamente ameaçada mas, empurrada pelos seus 30 mil adeptos que criaram uma atmosfera fantástica no BayArena, a formação dos farmacêuti­cos foi capaz de vencer, por 2-1, o Hoffenheim, com uma reviravolt­a nos últimos minutos de jogo.

Surpreendi­do por um golo de Beier, aos 33’, o Leverkusen reforçou no segundo tempo o total domínio da partida e carregou insistente­mente sobre a baliza de Baumann. As oportunida­des sucediam-se a um ritmo louco e o guardião dos forasteiro­s adiou com dez defesas (!) o empate. A trave tam

bém travou um disparo de Andrich. Mas, segundos depois, o mesmo jogador fez o merecido empate aos 88’.

O mais difícil estava feito, Xabi Alonso deu o sinal para a equipa não abrandar e obteve

o resultado desejado. Com o Hoffenheim sufocado na sua grande área, Schick, a passe de Tella, assinou o 2-1 aos 90’+1’.

A festa foi enorme e ainda não era conhecido o desaire do... Bayern.

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Schick, à direita, assinou o golo do triunfo do Bayer

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