Go­ver­no quer of­tal­mo­lo­gis­tas nos cen­tros de saú­de

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O Mi­nis­té­rio da Saú­de pre­ten­de in­te­grar mé­di­cos of­tal­mo­lo­gis­tas nas uni­da­des de saú­de fa­mi­li­a­res e nos cen­tros de saú­de. Es­ta é uma das mui­tas idei­as que po­dem vir a tor­nar-se re­a­li­da­de em bre­ve se as pro­pos­tas pa­ra re­for­mar o Ser­vi­ço Na­ci­o­nal de Saú­de (SNS) - que fo­ram apre­sen­ta­das a 16 de de­zem­bro em Lisboa - ti­ve­rem con­di­ções pa­ra se con­cre­ti­zar no cur­to pra- zo, co­mo pre­ten­de o Go­ver­no. De acor­do com o jor­nal Pú­bli­co, o ob­je­ti­vo é mo­der­ni­zar o SNS e di­re­ci­o­ná-lo pa­ra as pes­so­as, ex­pli­cou o se­cre­tá­rio de Es­ta­do Fer­nan­do Araú­jo, nu­ma con­fe­rên­cia de imprensa que ser­viu pa­ra elen­car as li­nhas pri­o­ri­tá­ri­as da re­for­ma e apre­sen­tar os es­pe­ci­a­lis­tas con­vi­da­dos pa­ra a co­or­de­nar. Al­gu­mas das pro­pos­tas até já são re­a­li­da­de em al­guns lo­cais e uni­da­des de saú­de. Um exem­plo: ter equi­pas fi­xas nos ser­vi­ços de ur­gên­cia/ emer­gên­cia (pro­fis­si­o­nais de saú­de de­di­ca­dos em vez do atu­al sis­te­ma em que to­dos os mé­di­cos fa­zem ro­ta­ti­va­men­te ur­gên­ci­as) já é a re­gra em vá­ri­os hos­pi­tais que pa­gam mais aos clí­ni­cos que as­se­gu­ram es­te ser­vi­ço tão exi­gen­te. Nos cen­tros de saú­de tam­bém es­tão pre­vis­tas vá­ri­as me­lho­ri­as: a ideia é equi­pá-los com mei­os au­xi­li­a­res de di­ag­nós­ti­co e te­ra­pêu­ti­ca (aná­li­ses clí­ni­cas) e ar­ran­car com pro­je­tos-pi­lo­to pa­ra, por exem­plo, in­tro­du­zir con­sul­tas de of­tal­mo­lo­gia, de me­di­ci­na den­tá­ria, de psi­co­lo­gia, de nu­tri­ção ou de fi­si­o­te­ra­pia. Es­ta pro­pos­ta, tal co­mo as ou­tras, ain­da vai ter que ser tra­ba­lha­da e tes­ta­da no ter­re­no.

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