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OftalPro - - ENTREVISTA -

Sim, quan­do ter­mi­nei a li­cen­ci­a­tu­ra fiz um es­tá­gio em op­to­me­tria, su­bor­di­na­do ao te­ma “Pres­bi­o­pia”, no Cen­tro Jo­sé Pe­dro Lou­ren­ço (atu­al­men­te, Óp­ti­ca da Bo­a­vis­ta). Fin­do o es­tá­gio, con­ti­nu­ei a de­sen­vol­ver ati­vi­da­de de op­to­me­tria no Por­to e, tam­bém, em óti­cas em Vi­la No­va de Gaia, Bra­ga, Vi­seu, Rio Tin­to, Pe­so da Ré­gua, Ovar, Pon­te da Bar­ca, Pó­voa de La­nho­so e Santa Ma­ria da Fei­ra. Na al­tu­ra do mes­tra­do, com a te­se “Ava­li­a­ção da fun­ção cro­má­ti­ca em mo­de­los de dis­fun­ção dos fo­tor­re­ce­to­res e cé­lu­las gan­gli­o­na­res: pers­pe­ti­va psi­co­fí­si­ca”, tornei-me mais pró­xi­mo da of­tal­mo­lo­gia. E tra­ba­lhei tam­bém em al­gu­mas clí­ni­cas, na re­gião do Por­to.

Quais são as prin­ci­pais di­fe­ren­ças en­tre es­tas du­as re­a­li­da­des?

co­mo um pro­fis­si­o­nal de saú­de. Além dis­so, o in­ves­ti­men­to que se faz em of­tal­mo­lo­gia e em op­to­me­tria é com­ple­ta­men­te di­fe­ren­te, ao ní­vel de equi­pa­men­tos. Na of­tal­mo­lo­gia, acres­cen­ta­ria mais um ze­ro.

Ou se­ja, a óti­ca in­se­re-se num se­tor mais eco­nó­mi­co?

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